Ao entrar aqui você dará vazão à busca pelo entendimento da existência, entre angústias e sorrisos, ardores e desapegos, a mutação de significados se fará constante, onde o amor ousa confortar uma liberdade incerta. Aprisionado num mar de desejos o autor oscila entre a satisfação e a orfandade.
" E o tempo brinca comigo sempre
Estático, corre numa direção sem volta
E venda meus olhos quando se move
Se move? Acho que sim
Que se vá o tempo e sua frieza
Que está em mim e não se mostra
Molda minhas ações, pensamentos
Me faz refém de mim mesmo..."
" E o tempo brinca comigo sempre
Estático, corre numa direção sem volta
E venda meus olhos quando se move
Se move? Acho que sim
Que se vá o tempo e sua frieza
Que está em mim e não se mostra
Molda minhas ações, pensamentos
Me faz refém de mim mesmo..."