Narrativa rural, situada numa aldeia -- a minha -- não se restringe ao folclore, ao pitoresco, ao passado: anima-a o drama da condição humana, que ora brilha deslumbrada nos olhos da criança que vê pela primeira vez o mar, ora empalidece e definha no rosto do homem acamado por trombose. Governa-a o vento da memória, que reúne vidas e histórias dispersas na eira do Tempo, acompanhando a protagonista, Joaquina Guiomar, pelas vicissitudes do Portugal do século XX desde a "manhã longínqua daquele Outubro chuvoso em que o campino abusou dela" até aos nossos dias.
Entre Cós e Alpedriz
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