Ao relatar por meio deste o que seria “santidade” será necessário adentrar na história, e não tem como não adentrar na história viajando no tempo sem que esteja claro o sentido real da palavra “santidade” como a palavra teologia que é “o estudo sobre Deus”, ou seja, a uma relação entre teologia e santidade, estes caminham juntos um com o outro lado a lado. Dotados de uma superioridade, os papas, sendo humanos cheios de vontades unicamente humanas! Entretanto assim falíveis sujeitos as dores, erros, paixões e etc. num tempo bem próximo a história colocou tal figura na mesma condição que o traficante e o policial do RJ, que estão todos os dias expostos ao perigo, já pensaram se a moda pega de um dia vermos “bandidomóvel” onde os bandidos passam dando chausinho ou “policiamóvel” onde todos os policiais andarão se protegendo ao invés de proteger? É claro que o “Caveirão é uma espécie de proteção quando os policiais sobem aos morros.
Porem é meio embaçado afirmar se o mundo, Deus, as circunstâncias da vida colocou tal figura o Papa em “maus lençóis” onde o Papa João Paulo II foi vitimado e fragilizado num atentado no dia 13 de maio de 1981 que quase o levou a morte, deixando seqüelas em sua saúde, no entanto, entra em meio a esta história um personagem importantíssimo seu nome é Daniel Balian, engenheiro que fabricou depois tal tragédia um importante instrumento para os Papas da idade moderna claro, o chamado “papamóvel” fabricado em 1997 pela Mercedes Bens, entretanto percebe-se que diante de uma estrutura fabricada e reforçada com blindagem, tudo isso ainda pode ser inviável para o pontificado, pois segundo ele foi feito a prova de atentados quer dizer que nem o Papa é tão aceito assim e nem seu comportamento isolacionista o faz livre de qualquer tipo de atentado, no entanto o que me faz lembrar é que Pedro e toda a igreja primitiva, não tinham tal recurso, mais gozava de uma liberdade normal, natural, onde se até eram surrados em nome de Jesus, onde viviam de casa em casa, de aldeia em aldeia, de cidade em cidade até os confins da terra, essa síndrome de querer ser um deus infalível não combina, mais causa unicamente destaque que a mídia o faz muito bem. Entretanto o que nos faz longe de não criarmos os nossos papamóveis cristalizados e vulneráveis, ou mesmo será que para ser santo precisa-se de tanto recurso assim, porque é preciso tanto para um homem conhecidamente santo dono da verdade e da bondade, o mais próximo de “Deus” viver assim? Vem-me outra pergunta: porque tanto, onde o Cristo não precisou de tudo isso sendo que andava com as massas e sabia a exposição que estava sua vida?
Teologia, Histórias e Estilos de Santidade
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