Até que um dia tudo aconteceu; finalmente te encontrei na fonte! Debaixo do pé das ingazeiras, sentada numa pedra a escrever o teu nome junto ao meu na areia molhada do rio. As águas deslizavam nos teus pés; sensibilizando a convencer-te ao amor que já se desabrochava dentro do teu peito. Não tinha mais ninguém ao redor. Ali por perto somente encontrava um triste e assassino João-de-barro que acabara de fechar a porta de sua casinha, deixando asfixiada a sua querida e doce amada, por não haver correspondido à sinceridade do seu grande e alucinado amor. Entoava melancolicamente de forma que ao longe dava para se perceber a paixão e a razão da sua dor.
FOI NAS MARGENS DO RIO VERDE PEQUENO: NAS MARGENS DO RIO VERDE PEQUENO
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