Por mais que ele procurasse nas estantes do seu peito e da sua mente ele não conseguia enxergar nada fora do lugar nada que ele pudesse arrumar para sanar esse vazio, ele tinha tudo o que um dia desejou, mas nada parecia o suficiente nas mãos. Ele era como um barco sem âncora que velejava sem destino sem saber onde parar e sem conseguir conquistar um porto que o alegrasse para ancorar. Ela foi chegando de forma silenciosa e semeando no terreno que ele acreditava ser seco demais para que algo nascesse ali, do mais improvável nascera o mais terno e destrutivo sentimento.
Kaio
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