? Nós nos conhecemos no colégio e aos onze anos jamais imaginamos que aquela relação tão infantil alcançaria a dimensão de um matrimônio.?
É assim que se inicia ?Olga e Mariá? de Maria Angelica Felizardo, sob a narrativa de uma personagem sem nome que soma à condição de mulher, a de esposa, profissional e mãe.
É na função de mãe que ela descreve, com riqueza de detalhes, as tais "dores e delícias" e evidencia que, a partir da maternidade, sua vida dividiu-se em mais duas partes e a essas partes ela atribuiu os nomes Olga e Mariá, suas duas meninas que seguem suas vidas com roteiros tão distintos
Mariá, a filha mais velha, distante e tão presente. Olga, a caçula, que vive com os pais e faz com que tal proximidade faça parecer tão maiores os problemas do cotidiano.
A personagem sabe que estará eternamente ligada à suas meninas por laços de sangue e sentimentos que atam como nós e narra, sob o seu ponto de vista, a histórias dessas vidas, de forma lúcida e angustiada que, por vezes, extravasa uma dor, que por toda a narrativa, é notadamente latente.
Pode acontecer que em algum momento de nossa existência deixemos de viver e passemos a sobreviver. A vida que conhecíamos desaparece.Quais são as estratégias que podemos usar para suportar esta sobrevida? Essa personagem, sem nome, encontrou sua própria forma...
?Olga e Mariá? é uma história que poderia ser a de qualquer pessoa cheia de rotina, prazeres, deveres, conquistas, perdas, alegria e dor.
A vida é assim e ela sempre nos reserva surpresas...
É assim que se inicia ?Olga e Mariá? de Maria Angelica Felizardo, sob a narrativa de uma personagem sem nome que soma à condição de mulher, a de esposa, profissional e mãe.
É na função de mãe que ela descreve, com riqueza de detalhes, as tais "dores e delícias" e evidencia que, a partir da maternidade, sua vida dividiu-se em mais duas partes e a essas partes ela atribuiu os nomes Olga e Mariá, suas duas meninas que seguem suas vidas com roteiros tão distintos
Mariá, a filha mais velha, distante e tão presente. Olga, a caçula, que vive com os pais e faz com que tal proximidade faça parecer tão maiores os problemas do cotidiano.
A personagem sabe que estará eternamente ligada à suas meninas por laços de sangue e sentimentos que atam como nós e narra, sob o seu ponto de vista, a histórias dessas vidas, de forma lúcida e angustiada que, por vezes, extravasa uma dor, que por toda a narrativa, é notadamente latente.
Pode acontecer que em algum momento de nossa existência deixemos de viver e passemos a sobreviver. A vida que conhecíamos desaparece.Quais são as estratégias que podemos usar para suportar esta sobrevida? Essa personagem, sem nome, encontrou sua própria forma...
?Olga e Mariá? é uma história que poderia ser a de qualquer pessoa cheia de rotina, prazeres, deveres, conquistas, perdas, alegria e dor.
A vida é assim e ela sempre nos reserva surpresas...