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    O Alienista

    Por Machado de Assis
    Existem 41 citações disponíveis para O Alienista

    Sobre

    As crônicas da vila de Itaguaí dizem que em tempos remotos vivera ali um certo médico, o Dr.
    Simão Bacamarte, filho da nobreza da terra e o maior dos médicos do Brasil, de Portugal e das Espanhas.
    Estudara em Coimbra e Pádua. Aos trinta e quatro anos regressou ao Brasil, não podendo el-rei alcançar dele que ficasse em Coimbra, regendo a universidade, ou em Lisboa, expedindo os negócios da monarquia.
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    Citações de O Alienista

    poucas vozes e frouxas lhe responderam.

    Poderia convidar alguns de vós em comissão dos outros a vir ver comigo os loucos reclusos; mas não o faço, porque seria dar-vos razão

    quis bradar-lhes:— Canalhas! covardes!

    A ocasião era agora ou nunca.

    se devia admitir como normal e exemplar o desequilíbrio das faculdades e como hipóteses patológicas todos os casos em que aquele equilíbrio fosse ininterrupto;

    lutemos até o fim!

    —A vereança, concluiu ele, não nos dá nenhum poder especial nem nos elimina do espírito humano.

    a prudência é a primeira das virtudes em tempos de revolução

    ainda assim não o fez sem extraordinário esforço do ministro

    eis o resultado a que chegou: os cérebros bem organizados que ele acabava de curar, eram desequilibrados como os outros. Sim, dizia ele consigo, eu não posso ter a pretensão de haver- lhes incutido um sentimento ou uma faculdade nova; uma e outra coisa existiam no estado latente, mas existiam.

    Refugiar-se no passado constituiria uma estratégia de recuar para melhor avançar?

    A matéria do imposto não foi fácil achá-la; tudo estava tributado em Itaguaí.

    Nada tenho que ver com a ciência; mas se tantos homens em quem supomos juízo são reclusos por dementes, quem nos afirma que o alienado não é o alienista?

    Machado tinha se aproximado do seu objetivo fundamental: escrever obras de ficção que fossem a um só tempo brasileiras e universais. Ou melhor, que exemplificassem a universalidade da peculiar experiência brasileira.

    Bacamarte quer atingir um conhecimento além dos nossos limites humanos, objetivo que só pode acabar em castigo e morte.

    Como fosse grande arabista, achou no Corão que Maomé declara veneráveis os doidos, pela consideração de que Alá4 lhes tira o juízo para que não pequem.

    Alá lhes tira o  juízo para que não pequem.

    quem nos afirma que o alienado não é o alienista?

    “Não há remédio certo para as dores da alma;

    —A saúde da alma, bradou ele, é a ocupação mais digna do médico.

    Ele respeitava as namoradas e não poupava as namoradeiras, dizendo que as primeiras cediam a um impulso natural, e as segundas a um vício.

    Nada tenho que ver com a ciência; mas se tantos homens em quem supomos juízo são reclusos por dementes, quem nos afirma que o alienado não é o alienista?

    Dividiu-os primeiramente em duas classes principais: os furiosos e os mansos;

    A razão é o perfeito equilíbrio de todas as faculdades; fora daí insânia, insânia, e só insânia.

    A generosa revolução que ontem derrubou uma câmara vilipendiada e corrupta, pediu em altos brados o arrasamento da Casa Verde; mas pode entrar no ânimo do governo eliminar a loucura? Não. E se o governo não a pode eliminar, está ao menos apto para discriminá-la, reconhecê-la? Também não; é matéria de ciência. Logo, em assunto tão melindroso, o governo não pode, não deve, não quer dispensar o concurso de Vossa Senhoria. O que lhe pede é que de certa maneira demos alguma satisfação ao povo. Unamo-nos, e o povo saberá obedecer.

    A razão é o perfeito equilíbrio de todas as faculdades; fora daí insânia, insânia e só insânia.

    “Se eu conhecer quanto se pode saber, e não tiver caridade, não sou nada”.

    “Não há remédio certo para as dores da alma; esta senhora definha, porque lhe parece que a não amo; dou-lhe o Rio de Janeiro, e consola-se”.

    A razão é o perfeito equilíbrio de todas as faculdades; fora daí insânia, insânia e só insânia.

    A loucura, objeto dos meus estudos, era até agora uma ilha perdida no oceano da razão; começo a suspeitar que é um continente.

    Nada tenho que ver com a ciência; mas, se tantos homens em quem supomos juízo são reclusos por dementes, quem nos afirma que o alienado não é o alienista?

    poucas vozes e frouxas lhe responderam.

    Poderia convidar alguns de vós em comissão dos outros a vir ver comigo os loucos reclusos; mas não o faço, porque seria dar-vos razão

    quis bradar-lhes:— Canalhas! covardes!

    A ocasião era agora ou nunca.

    se devia admitir como normal e exemplar o desequilíbrio das faculdades e como hipóteses patológicas todos os casos em que aquele equilíbrio fosse ininterrupto;

    lutemos até o fim!

    a prudência é a primeira das virtudes em tempos de revolução

    eis o resultado a que chegou: os cérebros bem organizados que ele acabava de curar, eram desequilibrados como os outros. Sim, dizia ele consigo, eu não posso ter a pretensão de haver- lhes incutido um sentimento ou uma faculdade nova; uma e outra coisa existiam no estado latente, mas existiam.

    —A vereança, concluiu ele, não nos dá nenhum poder especial nem nos elimina do espírito humano.

    ainda assim não o fez sem extraordinário esforço do ministro

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