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    Poemas Completos de Ricardo Reis: Antologia poética do heterónimo de Fernando Pessoa, Ricardo Reis

    Por Ricardo Reis

    Sobre

    Inclui:
    Mestre, são plácidas
    Deuses desterrados
    Coroai-me de rosas
    O Deus Pã não morreu
    Dia suave
    Vem sentar-te comigo Lídia
    Ao longe
    Só ter flores
    A palidez do dia
    Não tenhas nada nas mãos
    Sábio é?
    As rosas
    Cuidas, ínvio
    Não consentem os deuses
    Cada coisa a seu tempo
    Da nossa semelhança com os deuses
    Só esta liberdade nos concedem
    Aqui, Neera, longe
    Lâmpada noturna
    As Ninfas
    Vós que, crentes em Cristos e Marias
    O mar jaz
    Antes de nós
    Acima da verdade
    Anjos ou Deuses
    Tirem-me os deuses
    Bocas roxas de vinho
    Ouvi contar
    Prefiro rosas
    Felizes
    Segue o teu destino
    Feliz aquele a quem a vida grata
    Não a Ti, Cristo (1)
    Não a Ti, Cristo (2)
    Medo do destino
    As ondas
    Seguro assento na coluna firme
    Não quero as oferendas
    Ieda
    Não canto a noite
    Não quero recordar
    A abelha
    Dia após dia
    Flores que colho
    A flor que és
    Melhor destino que o de conhecer-se
    Verão
    Quão breve tempo é a mais longa vida
    Tão cedo passa tudo quanto passa
    Prazer
    Campo Lavrando
    Beijo
    Tuas, não minhas
    Olho os campos
    No ciclo eterno
    Velhice
    O vinho
    Quanta tristeza
    Frutos
    Gozo sonhado é gozo
    Nuvem
    Atrás não torna
    A nada imploram
    Um corpo
    Onda
    O sono é bom
    Fim certeiro
    Nos altos ramos de árvores
    Inglória é a vida
    Morte
    Fado
    Nem da erva humilde
    Quem diz ao dia
    Negue-me tudo a sorte
    Se recordo quem fui
    Quando, Lídia, vier o nosso outono
    A brisa da manhã
    Doze meses
    Não sei de quem recordo
    O que sentimos
    Quer pouco: terás tudo
    Homem, é igual aos deuses
    Não quero, Cloe
    Não sei se é amor que tens
    Nunca a alheia vontade
    No mundo, só comigo
    Os deuses e os Messias
    Do que quero renego
    Sim, sei bem
    Breve o dia
    Domina ou cala
    Tudo, desde ermos
    Ninguém
    Se a cada coisa que há
    Quanto faças
    Rasteja mole pelos campos ermos
    Azuis os montes
    Lídia, ignoramos
    Severo narro
    Sereno aguarda
    Ninguém a outro ama
    Vive sem horas
    Nada somos
    Para ser grande
    Quero ignorado
    Cada dia sem gozo
    Pois que nada que dure
    Estás só
    Aqui, neste misérrimo desterro
    Colhe o dia
    Súbdito inútil
    Aguardo
    Vivem em nós inúmeros
    Ponho na altiva mente o fixo esforço
    Temo, Lídia
    Não queiras, Lídia
    Saudoso já deste verão
    Deixemos, Lídia
    É tão suave a fuga deste dia
    Para os deuses?
    No magno diA
    Quero dos deuses
    Aos deuses peço
    Cada um cumpre o destino que lhe cumpre
    Meu gesto que destrói
    Sob a leve tutela

    Ricardo Reis, o poeta epicurista, é um dos mais conhecidos heterónimos de Fernando Pessoa que se demarca pela serenidade e a calma com que demonstra encarar a vida através dos seus poemas.

    O poeta nasceu na mente de Fernando Pessoa em 1913 quando lhe veio à ideia escrever ?uns poemas de índole pagã?. Do fruto dessa inspiração surgiu Ricardo Reis, um médico com talento para a poesia, amante da literatura clássica e defensor do preceito grego do ?carpe diem? ? o conceito filosófico que proclama o viver para o momento presente, centrado sobretudo no prazer pessoal.
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