Ambientada entre as décadas de 1970 e 1990, À Meia-Noite de Amanhã é uma obra tão fascinante quanto fascinante é a saga de um amor.
No capítulo inicial "Antes que o dia termine" a personagem central, Helena, interage com a autora enquanto se deixa levar pelas recordações, como se fizesse um "acerto de contas" consigo mesma.
No segundo capítulo, "Quando existe um amanhã", Plínio Strauzz renomado psiquiatra, conta como conheceu Helena e fala de suas venturas e desventuras e de como se apaixonou por ela e, aí, o leitor se deixa levar por suas alegrias e sofrimentos, percebendo, em seu íntimo, uma amor maior que todos os amores já vividos.
Mas o amor pede redenção. Ele precisa brotar, seguir em frente, desafiar as estatísticas do destino, pois "Quem Ama Não Morre" e Plínio conhece Ludmila.
Cercado do amor dos amigos Rogério Nazir e Margareth, Plínio tenta se reerguer quando conhece Marylin. Porém, ele não sabe que a moça, por causa da miséria em que vive sua família, em Taubaté, não vê saída a não ser trabalhar numa boate como striper.
De família evangélica tradicional e praticante, ao decidir "honrar pai e mãe", Marylin se transforma em Mary Anne, a atração da boate Golden Sagittarius.
Em meio a isso tudo, Ludmila, jovem psicóloga, que trabalha na clínica Strauzz, vê seus sonhos quase frustrados por não ser a "loira" Helena e nem a exuberante Marylin.
Ludmila guarda um segredo que a deixa triste e reflexiva... O que seria? E por que ela viajara para Belo Horizonte um dia antes do Dia de Finados? Que túmulo teria ido visitar?
O amor sincero por Plínio. A chance de ser feliz, de apagar sofrimentos do passado... e a certeza de que Helena seria estaria sempre ali, pois quem ama não morre.
O ponto marcante nesta obra, do início ao fim, é a incidência do Natal em situações diversas e adversas.
No Natal se ama, se sofre, se cala. Grita-se em silêncio!...
E Noturno, de Chopin, pode consolar uma alma acorrentada ou simplesmente embalar duas pessoas que se amam.
No capítulo inicial "Antes que o dia termine" a personagem central, Helena, interage com a autora enquanto se deixa levar pelas recordações, como se fizesse um "acerto de contas" consigo mesma.
No segundo capítulo, "Quando existe um amanhã", Plínio Strauzz renomado psiquiatra, conta como conheceu Helena e fala de suas venturas e desventuras e de como se apaixonou por ela e, aí, o leitor se deixa levar por suas alegrias e sofrimentos, percebendo, em seu íntimo, uma amor maior que todos os amores já vividos.
Mas o amor pede redenção. Ele precisa brotar, seguir em frente, desafiar as estatísticas do destino, pois "Quem Ama Não Morre" e Plínio conhece Ludmila.
Cercado do amor dos amigos Rogério Nazir e Margareth, Plínio tenta se reerguer quando conhece Marylin. Porém, ele não sabe que a moça, por causa da miséria em que vive sua família, em Taubaté, não vê saída a não ser trabalhar numa boate como striper.
De família evangélica tradicional e praticante, ao decidir "honrar pai e mãe", Marylin se transforma em Mary Anne, a atração da boate Golden Sagittarius.
Em meio a isso tudo, Ludmila, jovem psicóloga, que trabalha na clínica Strauzz, vê seus sonhos quase frustrados por não ser a "loira" Helena e nem a exuberante Marylin.
Ludmila guarda um segredo que a deixa triste e reflexiva... O que seria? E por que ela viajara para Belo Horizonte um dia antes do Dia de Finados? Que túmulo teria ido visitar?
O amor sincero por Plínio. A chance de ser feliz, de apagar sofrimentos do passado... e a certeza de que Helena seria estaria sempre ali, pois quem ama não morre.
O ponto marcante nesta obra, do início ao fim, é a incidência do Natal em situações diversas e adversas.
No Natal se ama, se sofre, se cala. Grita-se em silêncio!...
E Noturno, de Chopin, pode consolar uma alma acorrentada ou simplesmente embalar duas pessoas que se amam.