Histórias do Mercado de Capitais no Brasil
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Mauá foi, de fato, o grande banqueiro de investimentos do país, durante o século XIX, e soube usar o mercado de capitais como alavanca para quase todos os empreendimentos que capitaneou.
A subscrição só se encerrou em 1817, tendo sido o primeiro e mais longo lançamento de ações no país.
Os primeiros papéis governamentais surgiram em 1828, quando do reconhecimento da dívida pública do então nascente
Tratava-se da primeira emissão de ações, num total de 1.200 títulos, do Banco do Brasil,
Esta é, sem dúvida, a razão do raquitismo do mercado de capitais brasileiro na primeira metade do século XX. Mercados não vicejam em ambientes impregnados de reservas funcionais, tabelionatos ou nomeações de caráter público.
Com mudanças tópicas, a regulação de 1895 esteve em vigor até a chamada Lei de Mercado de Capitais, de 1965. Portanto, com o breve interregno do Encilhamento, a Lei dos Entraves de 1860, que criou o monopólio dos corretores oficiais na negociação de títulos públicos, foi efetiva por mais de cem anos.
Um mês após a demissão de Ruy Barbosa da pasta da Fazenda, o novo ministro, Alencar Araripe, com a empáfia dos burocratas que se julgam oniscientes, decretou em fevereiro de 1891 a criação de um imposto de 3% sobre as operações futuras.