Bruno não espera nada de especial da vida, o garoto simplesmente acredita que as coisas sigam seu ritmo natural. A cidade pequena parece atender sua necessidade, vivendo uma realidade completamente diferente do restante do país. A ditadura cruel e implacável se tornou uma parte natural do cotidiano de Orleans, e assim as pessoas daquela cidade esperavam conviver. O espirito de luta e revolta morreu junto com as pessoas que o governo levara. Nada é mais importante para o rapaz do que seus dois melhores amigos, a mãe problemática e os remédios para insônia. Nem mesmo as histórias sórdidas que rondam os cantos da cidade lhe importam. Entretanto, as coisas seguem um ritmo diferente quando a mãe de Bruno tragicamente morre, levando-o para uma realidade antônima a que costumava levar. Uma realidade em que precisa morar com os tios desajustados e o primo, que sabe mais do que deixa transparecer. Sem que perceba, Bruno logo se encontra ligado cada vez mais ao grupo anarquista que busca colocar desordem na pequena cidade. Uma organização especializada em implantar o caos no meio da sociedade, atacando a estrutura conservadora da ditadura. O grupo no qual seu antigo amigo parece fazer parte. Em pouco tempo sua vida se torna uma questão de sobrevivência. Enquanto tenta descobrir a respeito da antiga vida de seus pais, e manter a frágil sanidade que lhe sobrara, Bruno irá conviver com um lado obscuro que não sabia existir. Cada pessoa é uma parte da estória de Bruno e Orleans, todos convergindo para um ponto no qual nem todos os remédios poderão ajudar. No qual um nome especifico será proclamado a medida em que o rapaz, seus amigos e sua família forem se perdendo na espiral de segredos, vícios e violência que os esperam.
O Nome Do Gato
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