A educação em um mundo pós-moderno
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Com sua ênfase no relativismo e na fragmentação, o pós-modernismo golpeia o centro da noção de que haja direitos humanos universais. Se todas as culturas são igualmente válidas, por que a idéia de um direito humano desenvolvida em determinada cultura deveria ser aplicada em outra?
Os pós-modernistas atribuem pouca importância ao conhecimento, porque alegam que ele não pode ser legitimado. O conhecimento não é objetivo, mas é algo que cada um de nós constrói com os jogos da nossa linguagem. Construtivismo e deconstrução são termos-chave do vocabulário pós-moderno.
o pós-modernismo nega todos esses três elementos do processo descritivo: não acredita em uma narrativa geral, duvida da possibilidade da ordem e nega a existência de um conhecimento objetivo.
A educação precisa ser uma janela que se abre para o mundo. É preciso buscar o potencial de cada indivíduo e desenvolver suas habilitações e o conhecimento que ajude a educação a encontrar seu preenchimento nas várias facetas da vida. Chamemos isso de formação de seres humanos competentes.
o poeta irlandês W B. Yeats escreveu:”As
Para o pós-modernista, o mundo não tem sentido, por isso não devemos tentar atribuir-lhe um. Precisamos contentar-nos com mininarrativas sobre pequenos segmentos da nossa experiência, sem pretender a sua universalidade.
o pós-modernismo nega todos esses três elementos do processo descritivo: não acredita em uma narrativa geral, duvida da possibilidade da ordem e nega a existência de um conhecimento objetivo.
Os pós-modernistas atribuem pouca importância ao conhecimento, porque alegam que ele não pode ser legitimado. O conhecimento não é objetivo, mas é algo que cada um de nós constrói com os jogos da nossa linguagem. Construtivismo e deconstrução são termos-chave do vocabulário pós-moderno.
O pós-modernismo adota um ponto de vista diferente. Rejeita a idéia do indivíduo autônomo, soberano, focalizando, em seu lugar, nossa experiência coletiva, anárquica e anônima. Não gosta das distinções e acentua o modo como as coisas se fundem.
Com sua ênfase no relativismo e na fragmentação, o pós-modernismo golpeia o centro da noção de que haja direitos humanos universais. Se todas as culturas são igualmente válidas, por que a idéia de um direito humano desenvolvida em determinada cultura deveria ser aplicada em outra?
Ao negar a possibilidade do progresso humano, e ao substituir a universalidade pela fragmentação, o pós-modernismo ataca as crenças tanto dos liberais como dos socialistas.
Podemos começar aceitando os aspectos do pós-modernismo, que são positivos, dentro dos nossos próprios termos de referência. Embora neguem que haja qualquer coisa universal, os pós-modernistas promovem certos valores que consideramos universais, mas que muitas vezes negligenciamos.
A educação precisa ser uma janela que se abre para o mundo. É preciso buscar o potencial de cada indivíduo e desenvolver suas habilitações e o conhecimento que ajude a educação a encontrar seu preenchimento nas várias facetas da vida. Chamemos isso de formação de seres humanos competentes.