Por que o Brasil Cresce Pouco?
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não é possível que o país cresça a taxas elevadas apoiado em precária infraestrutura (de transportes, energia e comunicações), com trabalhadores de baixa qualificação, com barreiras ao comércio internacional, com gastos públicos em ritmo insustentável de crescimento, com sistema judicial emperrado, com carga tributária elevada, com taxa de juros muito acima da média internacional.
O crescimento econômico resulta basicamente da acumulação de: (a) capital físico (máquinas, estradas, portos, terra cultivável etc.); (b) trabalho (número de trabalhadores disponíveis a serem empregados no processo produtivo); (c) capital humano (a habilidade dos trabalhadores, que usualmente cresce com o seu nível de escolaridade); (d) produtividade (um fator que amplia a quantidade gerada pelo uso de capital físico e humano em função da eficiência com que os fatores são utilizados).
Um sistema tributário de qualidade explora três tipos de bases de arrecadação: renda, consumo e propriedade.
O pobre é um sujeito que não consegue planejar seu futuro e tomar decisões visando melhorar de vida nos próximos anos porque sua mente está concentrada na sobrevivência cotidiana.
a estabilidade política e social do Brasil tem sido obtida ao custo de baixo crescimento econômico.
sociedade que cresce pouco e redistribui muito corre o risco de se tornar, no longo prazo, um país em que todos são igualitariamente pobres.
Em 2009, a crise econômica mundial teve forte impacto negativo na taxa de crescimento do país. No entanto, a rápida reação da China reavivou o mercado de commodities e melhorou o cenário de crescimento para o Brasil.
Conforme evidencia o Gráfico 2.6, em 2003 24,4% da população estava abaixo da linha de pobreza (no conceito adotado pelas Metas do Milênio, de US$ 2 por dia) e, em 2011, esse percentual havia caído para 10,2%. De