Aflora em cada um a ânsia do ser vivente pela felicidade. Desconhecendo seu nascedouro, encontra no que lhe envolve as explicações de si e sobre si, fazendo do seu exterior a sua valorização, efêmera valorização... Tona-se pária de si mesmo.
Vive a sua experiência neste mundo e vê seus pares como feras devorando feras. Faz-se fera.
Desconhecendo a razão de seu caminhar, gera seu próprio mundo e nele alimenta a vontade de gritar o grito louco do desabafo nunca ouvido. Cria seu casulo, seu mundo próprio, seus valores, suas definições, seus conceitos, suas verdades e torna-se escravo de si mesmo.
A insegurança do passo seguinte se lhe avizinha, segue.
Ele é você, sou eu, somos nós: andarilhos do cosmos.
Vive a sua experiência neste mundo e vê seus pares como feras devorando feras. Faz-se fera.
Desconhecendo a razão de seu caminhar, gera seu próprio mundo e nele alimenta a vontade de gritar o grito louco do desabafo nunca ouvido. Cria seu casulo, seu mundo próprio, seus valores, suas definições, seus conceitos, suas verdades e torna-se escravo de si mesmo.
A insegurança do passo seguinte se lhe avizinha, segue.
Ele é você, sou eu, somos nós: andarilhos do cosmos.