De cuba, com carinho
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Espero que me esclareça por que não foi aceita a proposta de Obama para que empresas de telecomunicações americanas disponibilizassem a internet para os cubanos.
É necessário receber antes uma carta de autorização, à qual se chega depois de anos de papelada. O processo inclui uma exaustiva revisão da origem dos fundos e a comprovação da “limpeza” ideológica do comprador.
A vulgaridade e a desumanidade do Che da história estão relatadas em biografias meticulosas, mas tais obras não chegam a arranhar o mito impresso em camisetas junto com uma frase sobre a ternura.
Junto ao número de suicídios, de abortos e de divórcios, se encobre também a cifra real de desempregados.
uma das primeiras perguntas quando se está procurando emprego não é sobre o valor do salário – igualmente simbólico e insuficiente em qualquer parte –, e sim sobre a existência ou não de um lanche.
Os escapulários com os quais eles tinham descido da montanha já estavam proscritos e aqueles soldados da Sierra Maestra estavam viciados no poder.
Aniversário de nascimento ou de morte?
e Yoani, pelo menos, nunca colocou no peito de nenhum corrupto, traidor, ditador ou assassino nenhuma condecoração.
mito da fortaleza sitiada ganhou densidade com a suspensão de Cuba da Organização dos Estados Americanos (OEA), em janeiro de 1962, e com a a ruptura completa do comércio com os EUA
A URSS desapareceu em dezembro de 1991. Então, Cuba ingressou no túnel escuro do “Período Especial”, o eufemismo usado pelo regime para descrever a profunda depressão econômica
“Castro fez aquilo como forma de dizer aos seus generais: Tomem cuidado, porque eu matarei”.
Então, o escritor comunista português José Saramago publicou um manifesto de ruptura com Cuba.
1998, o papa João Paulo II visitou Cuba durante cinco dias, encerrados por uma missa apoteótica na Praça da Revolução. Na chegada, do aeroporto José Martí, uma linha singela do breve discurso transmitido por rádio e TV ecoou como o programa de uma nova revolução: “Vocês são, e devem ser, os principais sujeitos das suas próprias histórias, pessoal e nacional”.
No seu Havana (1990), Fulgêncio Batista é representado como um homem loiro, de olhos azuis, a personificação de uma elite associada aos EUA. Mas, na verdade, o ditador era um mulato, de origens humildes, cujos pais participaram das lutas pela independência de Cuba.
num texto publicado por um jornal de esquerda brasileiro ao lado de um artigo pusilânime de Emir Sader, que se solidarizava com os fuziladores.