HISTÓRIAS DA CRUCIFICAÇÃO ? TRILOGIA DE MIM MESMO (2) ? é o segundo livro de Órion Lima abordando a vida sofrida dos mendigos da velha Lapa no Rio de Janeiro, na década de 70. As personagens da primeira parte do livro vivem nas ruas, dormem nas calçadas e sobrevivem através da mendicância e dos vícios, numa época de restrições democráticas, dor e medo.
Em HISTÓRIAS DA CRUCIFICAÇÃO, edição digital, pela primeira vez um autor brasileiro se debruça sobre as lendas da religião afro-brasileira, a Umbanda, mostrando seus mistérios, axés, cânticos (corimbas) e a feitura de um Babalorixá (sacerdote do culto), um casamento e outros sacramentos, na prática, até então vedados ao grande público.
Órion Lima quebra esse tabu em contos que mostram ao Ocidente e, ao Brasil, os axés da Umbanda e a criação do Candomblé, tão bem divulgado, em livros, pelo pesquisador Frances PIERRE VERGER, que botou no ?papel? segredos que foram passados por sete mil anos, de pai para filho, de boca a ouvido, pelo povo africano.
Os iorubas e outras nações africanas não usavam a palavra escrita. Só no final do Século XIX é que isso se tornou possível graça a pesquisadores ingleses que revelaram OS SEGREDOS E MISTÉRIOS DOS CULTOS AFROS, AS LENDAS DA CRIAÇÃO, segundo a raça mais antiga do planeta. Tudo isto, também é revelado por Órion Lima na linguagem literária do conto e texto ficção.
Em HISTÓRIAS DA CRUCIFICAÇÃO, edição digital, pela primeira vez um autor brasileiro se debruça sobre as lendas da religião afro-brasileira, a Umbanda, mostrando seus mistérios, axés, cânticos (corimbas) e a feitura de um Babalorixá (sacerdote do culto), um casamento e outros sacramentos, na prática, até então vedados ao grande público.
Órion Lima quebra esse tabu em contos que mostram ao Ocidente e, ao Brasil, os axés da Umbanda e a criação do Candomblé, tão bem divulgado, em livros, pelo pesquisador Frances PIERRE VERGER, que botou no ?papel? segredos que foram passados por sete mil anos, de pai para filho, de boca a ouvido, pelo povo africano.
Os iorubas e outras nações africanas não usavam a palavra escrita. Só no final do Século XIX é que isso se tornou possível graça a pesquisadores ingleses que revelaram OS SEGREDOS E MISTÉRIOS DOS CULTOS AFROS, AS LENDAS DA CRIAÇÃO, segundo a raça mais antiga do planeta. Tudo isto, também é revelado por Órion Lima na linguagem literária do conto e texto ficção.