UNESCO e o software livre
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Em 1991, o último componente fundamental de um sistema semelhante ao Unix foi desenvolvido: Linux, o núcleo livre escrito por Linus Torvalds. Hoje, a combinação do GNU com o Linux é usada por milhões de pessoas, e sua popularidade está crescendo. O desktop gráfico GNOME torna o sistema GNU/Linux quase tão fácil de usar quanto qualquer outro sistema operacional.
O Projeto GNU foi criado para mudar tudo isso. Sua primeira meta: desenvolver um sistema operacional portátil compatível com o Unix que fosse um software 100% livre. Não 95% livre, nem 99,5%, mas 100%, de forma que os usuários estivessem livres para redistribuir o sistema inteiro, e livres para mudá-lo e para contribuir para qualquer parte do sistema. O nome do sistema, GNU, é um acrônimo que significa “GNU não é Unix” – uma forma de pagar tributo ao Unix e de, ao mesmo tempo, dizer que o GNU é algo diferente. Tecnicamente, o GNU é igual ao Unix. Mas, diferentemente do Unix, o GNU dá liberdade a seus usuários.
A UNESCO sempre apoiou a ampliação e a disseminação do conhecimento humano. Sou grato à UNESCO por reconhecer que, no domínio do software, o software livre dissemina o conhecimento humano de uma forma que programas não-livres não conseguem fazer.
O software livre enfrenta desafios difíceis e perigosos. Serão necessários certos esforços para preservar nossa liberdade, assim como aconteceu para obtermos liberdade no início. Enquanto isso, o sistema operacional é só o começo – agora precisamos de aplicações livres para acionar toda a gama de trabalhos que os usuários querem realizar. Você não deveria abrir mão de sua liberdade para realizar qualquer trabalho que queira fazer com seu computador.