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    Os Analectos

    Por Confúcio e Caroline Chang
    Existem 15 citações disponíveis para Os Analectos

    Sobre

    Os ensinamentos de Confúcio (551-479 a.C.) – tão lidos na China ao longo do tempo como a Bíblia foi no Ocidente – estão reunidos em Os analectos, trabalho de compilação realizado por seus discípulos. O grande pensador chinês, mais do que uma filosofia, criou uma diferenciada visão de vida, na qual o ponto central é o homem moralmente ideal. Os vinte livros que compõem o "Lun yü", comumente conhecido como "Os analectos", reúnem um conjunto de elevados valores éticos que conduzem o homem na busca da excelência moral, a partir do cultivo de princípios como benevolência, sabedoria e coragem. Esta edição se baseia na tradução do chinês para o inglês por D. C. Lau que, juntamente com um grupo de especialistas, reuniu e analisou os ensinamentos de Confúncio. Esse trabalho conjunto resultou em uma versão comentada, que conta ainda com um glossário de nomes de pessoas e lugares citados ao longo do texto e três apêndices: o primeiro, sobre a vida de Confúcio, acompanhado de uma cronologia; o segundo, sobre os discípulos responsáveis pela compilação do texto, e o terceiro, sobre a historiografia de "Os analectos".
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    Citações de Os Analectos

    Não é quando os outros falham em apreciar as suas habilidades que você deveria ficar incomodado, mas, antes, quando você falha em apreciar as habilidades dos outros.

    “Quando a natureza de alguém prevalece sobre a educação recebida, o resultado será uma pessoa intratável. Quando a educação prevalece sobre a natureza, o resultado será uma pessoa pedante. Apenas uma mistura bem equilibrada das duas resultará em cavalheirismo”.

    “Yu, vou lhe contar o que há para saber. Dizer que você sabe quando você sabe, e dizer que você não sabe quando não sabe: isso é conhecimento”.

    Não imponha aos outros aquilo que você não deseja para si próprio.

    E quando então Tzu-lu perguntou sobre a morte, o Mestre respondeu que, como não compreendia a vida, como poderia entender a morte?

    “Os erros de um homem são condizentes ao tipo de pessoa que ele é. Observe os erros e você conhecerá o homem”.

    “aqueles que nascem com conhecimento são os mais elevados. A seguir vêm aqueles que atingem o conhecimento por meio do estudo. A seguir vêm aqueles que se voltam para o estudo depois de terem passado por dificuldades. No nível mais baixo estão as pessoas comuns, por não fazerem esforço algum para estudar mesmo depois de terem passado por dificuldades”

    Tzu-kung perguntou: “Existe uma palavra que possa ser um guia de conduta durante toda a vida de alguém?”. O Mestre disse: “Talvez, a palavra shu. Não imponha aos outros aquilo que você não deseja para si próprio”. (XV.24)

    Portanto, “na Antiguidade, os homens relutavam em falar. Isso porque consideravam vergonhoso se não conseguissem ser fiéis às suas palavras” (IV.22). A medida mais segura a tomar é nunca fazer nenhuma declaração antes de agir. Assim, o cavalheiro “coloca suas palavras em ação e só então permite que as palavras sigam-lhe a ação” (II.13). O conselho de Confúcio é que um homem deve ser rápido ao agir e lento ao falar (I.14, IV.24).

    “Yu, vou lhe contar o que há para saber. Dizer que você sabe quando você sabe, e dizer que você não sabe quando não sabe: isso é conhecimento”

    Alguém disse: “Yung é benevolente mas não fala muito bem”. O Mestre disse: “Qual a necessidade de ele falar bem? Um homem rápido nas respostas frequentemente provocará o ódio dos outros. Não posso dizer se Yung é benevolente ou não, mas qual a necessidade de ele falar bem?.”

    Quando Tzu-lu perguntou como os deuses e os espíritos deveriam ser servidos, o Mestre respondeu que, como ele não era apto a servir os homens, como poderia ele servir os espíritos? E quando então Tzu-lu perguntou sobre a morte, o Mestre respondeu que, como não compreendia a vida, como poderia entender a morte? (XI.12).

    “Espera-se que um cavalheiro não ofereça nenhuma opinião sobre aquilo que desconhece” (XIII.3).

    O Mestre disse: “Yu, vou lhe contar o que há para saber. Dizer que você sabe quando você sabe, e dizer que você não sabe quando não sabe: isso é conhecimento”.

    “Para o cavalheiro, é a moralidade que é suprema. Com coragem mas desprovido de moralidade, um cavalheiro causará problemas, ao passo que um homem vulgar se tornará um bandido” (XVII.23).

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