Neste livro, Nini Bousset conta histórias que tratam da HUMILHAÇÃO.
Durante os anos 90, Nini foi voluntária em um escritório de direitos humanos internacional na sua cidade natal, Trois-Rivières. Trabalhou no DISC Fala que eu te escuto e, como é poliglota, atendia pessoas de diferentes partes do planeta. Foi ali que ela ouviu as histórias contidas neste livro.
Baseada na ética e no código de deontologia desta profissão, todos os nomes das pessoas e dos locais- que por ela foram registrados durante seus quase cinco anos de escuta atentiva e de orientações acertadas- foram alterados para que o anonimato das pessoas, que tanto já sofreram em suas vidas, fosse garantido.
Nini nos mostra, com o seu peculiar talento para narrar, como as pessoas destes dez casos se sentiram ofendidas, menosprezadas, rebaixadas, inferiorizadas, submetidas, constrangidas e ou ultrajadas pelo outro. Em diferentes fases da vida de cada um dos personagens deste livro, seja na infância, na adolescência, na idade adulta ou na velhice, eles se sentiram um ninguém, sem valor, inútil, ou seja, o conhecido zero à esquerda.
Durante os anos 90, Nini foi voluntária em um escritório de direitos humanos internacional na sua cidade natal, Trois-Rivières. Trabalhou no DISC Fala que eu te escuto e, como é poliglota, atendia pessoas de diferentes partes do planeta. Foi ali que ela ouviu as histórias contidas neste livro.
Baseada na ética e no código de deontologia desta profissão, todos os nomes das pessoas e dos locais- que por ela foram registrados durante seus quase cinco anos de escuta atentiva e de orientações acertadas- foram alterados para que o anonimato das pessoas, que tanto já sofreram em suas vidas, fosse garantido.
Nini nos mostra, com o seu peculiar talento para narrar, como as pessoas destes dez casos se sentiram ofendidas, menosprezadas, rebaixadas, inferiorizadas, submetidas, constrangidas e ou ultrajadas pelo outro. Em diferentes fases da vida de cada um dos personagens deste livro, seja na infância, na adolescência, na idade adulta ou na velhice, eles se sentiram um ninguém, sem valor, inútil, ou seja, o conhecido zero à esquerda.