O personagem desperta num mundo estranho. É bem tratado por duas moças locais. Aprende o idioma e passa a gostar da sua nova vida. Mas busca sua própria identidade e origem. As moças ajudam-no a obter a cidadania do novo país. Fica sabendo que vai ser pai de uma criança das moças mas não sabe como isso aconteceu. Ele anseia por ele saber quem é ele próprio, de onde veio. Faz uma viagem ao seu suposto país de origem.
Ao chegar no seu suposto país de origem descobre uma sociedade corrupta, violenta, criminosa, burocrática e ignorante, com população nada amigável. Não consegue se identificar nem obter emprego. Decepcionado, resolve voltar para suas amigas onde tinha tido boas experiências naquele país estranho.
Na sua volta, descobre que o tempo é relativo. O tempo passado na sua viagem não é o tempo do lugar maravilhoso onde tinha vivido com as duas moças. Tempo e espaço são são relativos, é tudo é circular. O universo celestial é circular. Conhece seu filho agora com 35 anos, embora o personagem só tenha passado 8 meses fora, Acaba descobrindo onde realmente está e encontra velhos amigos, consegue um emprego no Ministério do Bom Humor e todos vão comer uma pizza. Crítica social e bom humor permeiam a história.
Ao chegar no seu suposto país de origem descobre uma sociedade corrupta, violenta, criminosa, burocrática e ignorante, com população nada amigável. Não consegue se identificar nem obter emprego. Decepcionado, resolve voltar para suas amigas onde tinha tido boas experiências naquele país estranho.
Na sua volta, descobre que o tempo é relativo. O tempo passado na sua viagem não é o tempo do lugar maravilhoso onde tinha vivido com as duas moças. Tempo e espaço são são relativos, é tudo é circular. O universo celestial é circular. Conhece seu filho agora com 35 anos, embora o personagem só tenha passado 8 meses fora, Acaba descobrindo onde realmente está e encontra velhos amigos, consegue um emprego no Ministério do Bom Humor e todos vão comer uma pizza. Crítica social e bom humor permeiam a história.