Na política, no esporte, na economia, na família, a imprensa e o resto, um grito de protesto, antes de cantar o Hino Nacional, Epílogo
Como se trata do fim do mundo, excepcionalmente desta vez o epílogo vem logo no início.
No fim seria o verbo. Ledo engano, pois o verbo já não existia há muito tempo, ou existia mas ninguém dava bola e isso é a mesma coisa. No fim se viu memes, clicks, posts e text, sem o esse porque antes de terminar, o Brasil, eterno carente de inúmeras coisas importantes, perdera o plural, na hora do plural, a concordância, quando necessária, o paralelismo, não só sintático, mas também social, bem, e aqui estamos diante deste corpo estendido no chão. É 2012 e o mundo não acabou, conforme foi previsto, mas este autor sonhava com este episódio, porque não via a hora de começar tudo de novo, neste caso, certinho, bem feito e se possível colonizado não pelos portugueses novamente, mas por judeus aborígenes, ou americanos tibetanos, quem sabe finlandeses astecas, ou maoris guaranis, qualquer combinação singular jamais vista no planeta. Daí a pergunta que não quer calar (lugar comum e daí?), como teria ficado o Brasil, se aquela previsão estivesse pontual?
2012 O Mundo Acabou, como ficaria o Brasil
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