"Estava imóvel, amarelo e duro, como uma pedra ou um objeto.
Era estranho imaginá-lo como aquele de antes.
Eu, diante do corpo dele, sabia que ele o era, mas sabia, ao mesmo tempo, que aquele não o era.
Havia um brilho, uma pulsão ou apenas uma ilusão em minha percepção que me dizia isso.
Ao redor dele, como em uma ciranda, nos reunimos de mãos dadas e entoamos cantos que almejavam a paz de sua, improvável, alma."
A ciranda de Apolineo Maresia
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