Retornando à Londres de longa viagem de lazer pelo mundo, o jovem aventureiro Frederick Baxter, rapaz de família rica e filho do velho Everard, dono de uma das maiores empresas construtoras e reformadoras da Inglaterra do século XIX, resolve assumir um dos negócios da família numa sociedade com amigos de seu pai e com o Conde Chackon, há pouco tempo conhecido por todos e que propõe juntarem seus recursos para estração de diamantes num obscuro vale a oeste da capital inglesa, no centro da qual situava-se o antigo castelo de Chackon. Durante a festa do réveillon de 1869 para 1870 na casa de Everard, os detalhes da sociedade são acertados e seria combinado, de acordo com o convite de Chackon, que tanto Frederick, representando seu pai na sociedade, quanto os outros dois sócios, John Waterford e Charles Briton, com suas respectivas esposas, filhas e duas sobrinhas, se hospedariam todos no castelo enquanto durassem os trabalhos iniciais de extração dos diamantes no vale a fim de supervisioná-los pessoalmente, o que levaria alguns meses. E assim, como combinado, todos para lá seguiram em janeiro de 1870.
Paralelamente a esses fatos, também naquele mês de janeiro daquele ano, o misterioso assassinato de Julie Shelley, morta sem causa explicável dentro da cela do hospício de Londres onde fora internada há três anos, marcaria o início de uma série de crimes brutais e misteriosos na cidade, que seria investigado pelo jovem e inteligente detetive Richard Newman, da delegacia central de Londres. E com ajuda e orientação do padre Paul Riterman, logo, por mais chocante, absurdo e extravagante que pudesse lhe parecer a princípio, Newman viria a descobrir toda a verdade dos fatos: De que esses tais crimes brutais e misteriosos que estava investigando haviam sido cometidos por vampiros e que era primordial para a paz e bem-estar de todos caçar essas criaturas e tentar destruí-las. E a julgar pelos acontecimentos trágicos, insólitos e macabros que começaram a atingir os sócios do Conde Chackon e membros de suas famílias no castelo do vale, logo ficaria claro para o leitor que também havia vampiros no castelo.
A CRUZ DE OURO é um romance que tem claras características de espiritualidade, extremo terror, fantasias extraordinárias e obscuro mistério policial que vai se desvendando ao longo da trama. Por esses aspectos múltiplos e diversos, é uma história que pode agradar a uma variado público de leitor. Espero que leiam e gostem.
Paralelamente a esses fatos, também naquele mês de janeiro daquele ano, o misterioso assassinato de Julie Shelley, morta sem causa explicável dentro da cela do hospício de Londres onde fora internada há três anos, marcaria o início de uma série de crimes brutais e misteriosos na cidade, que seria investigado pelo jovem e inteligente detetive Richard Newman, da delegacia central de Londres. E com ajuda e orientação do padre Paul Riterman, logo, por mais chocante, absurdo e extravagante que pudesse lhe parecer a princípio, Newman viria a descobrir toda a verdade dos fatos: De que esses tais crimes brutais e misteriosos que estava investigando haviam sido cometidos por vampiros e que era primordial para a paz e bem-estar de todos caçar essas criaturas e tentar destruí-las. E a julgar pelos acontecimentos trágicos, insólitos e macabros que começaram a atingir os sócios do Conde Chackon e membros de suas famílias no castelo do vale, logo ficaria claro para o leitor que também havia vampiros no castelo.
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