"O Arq. Adriano de Castro, um pacato professor de Belas Artes", vê a sua vida mudar de um momento para o outro. De um lado cai-lhe em mãos um projeto de sonho e a bela Helena "de Troia", aliás do Rio, a ou outro lado corre contra o tempo,"o tempo sempre o tempo."
O autor, um professor "que tem vergonha de não ser dedicado à profissão", Não prepara as aulas porque "ensinar é como fazer amor, não se ensina", e rara vezes vai à sala de professores,"ao galinheiro". Encontrou neste conto, talvez um pouco hot,um meio de ensinar ao seu público de jovens adultos, muito mais interessados em sexo que nas aulas. um jeito de passar os conhecimentos em assuntos tão diferentes como gestão, economia, brainstorm, religião, politica, porque afinal de contas "tirá-los às namoradas isso não. Não dá mesmo."
O livro é escrito com pena leve e rasga algumas das formas ortográficas. Não sendo tele-móvel codificado, também aprendeu alguma coisa por aí e tem muito para melhorar. Se quiser fazer o favor de ajudar este o e-mail (j.gromwell@live.com).
Boa viagem pelo seu mundo do Arq. Adriano de Castro.
"O empregado de lápis ao alto, hirto como o carvão que segurava, esperava uma resposta, dirigindo-se ao americano, que teria receio de o árabe falar arabescos, faz uma sugestão, ambos acenam concordando, o arquiteto não ouviu, mas para não empatar deixou o cheiro vizinho decidir.
- Perdiz - Disse em pose de perdigueiro, de nariz apontado para uma mesa próxima.
- «Au Palais d´Avignon » - Completou o empregado.
- Sim, sim. ? Não saberia repetir o nome, simplesmente nem o ouvira, se o tivesse ouvido não lhe diria nada, «os nomes em francês são para o prato vir na quantidade de amostras, na forma de decoração, demorar uma eternidade, ser caro como se fosse pesado a ouro e ainda por cima nem se poder reclamar, porque simplesmente nem se sabe o que se pede», esta era a opinião do Arq Adriano de Castro, por isso é que ia ao Mc Donald´s, podia ter o pior hambúrguer do mundo, mas sabia o que pedia, sabia quanto demorava, sabia quanto pagava. O Castro já tinha idade para ter opiniões sobre tudo. Mas certo, certo, é que era fuinha como o Tio Patinhas."
NOTA:Qualquer semelhança com personagens que conheça pode não ser mera coincidência.
O autor, um professor "que tem vergonha de não ser dedicado à profissão", Não prepara as aulas porque "ensinar é como fazer amor, não se ensina", e rara vezes vai à sala de professores,"ao galinheiro". Encontrou neste conto, talvez um pouco hot,um meio de ensinar ao seu público de jovens adultos, muito mais interessados em sexo que nas aulas. um jeito de passar os conhecimentos em assuntos tão diferentes como gestão, economia, brainstorm, religião, politica, porque afinal de contas "tirá-los às namoradas isso não. Não dá mesmo."
O livro é escrito com pena leve e rasga algumas das formas ortográficas. Não sendo tele-móvel codificado, também aprendeu alguma coisa por aí e tem muito para melhorar. Se quiser fazer o favor de ajudar este o e-mail (j.gromwell@live.com).
Boa viagem pelo seu mundo do Arq. Adriano de Castro.
"O empregado de lápis ao alto, hirto como o carvão que segurava, esperava uma resposta, dirigindo-se ao americano, que teria receio de o árabe falar arabescos, faz uma sugestão, ambos acenam concordando, o arquiteto não ouviu, mas para não empatar deixou o cheiro vizinho decidir.
- Perdiz - Disse em pose de perdigueiro, de nariz apontado para uma mesa próxima.
- «Au Palais d´Avignon » - Completou o empregado.
- Sim, sim. ? Não saberia repetir o nome, simplesmente nem o ouvira, se o tivesse ouvido não lhe diria nada, «os nomes em francês são para o prato vir na quantidade de amostras, na forma de decoração, demorar uma eternidade, ser caro como se fosse pesado a ouro e ainda por cima nem se poder reclamar, porque simplesmente nem se sabe o que se pede», esta era a opinião do Arq Adriano de Castro, por isso é que ia ao Mc Donald´s, podia ter o pior hambúrguer do mundo, mas sabia o que pedia, sabia quanto demorava, sabia quanto pagava. O Castro já tinha idade para ter opiniões sobre tudo. Mas certo, certo, é que era fuinha como o Tio Patinhas."
NOTA:Qualquer semelhança com personagens que conheça pode não ser mera coincidência.