A história da alegria
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Emoções e paixões não são simplesmente componentes constantes da psicologia e da fisiologia humanas, algo de inato. Elas também são moldadas por diferentes histórias: a história de cada indivíduo e a história cultural de cada termo relativo à emoção.
Alegria é o deleite da mente em razão de algo que ocorre ou que parece certo que ocorrerá em breve. Ela é frequentemente a experiência de reunião ou realização do desejo ao menos temporariamente aplacado. Alegria é o que nós sentimos, e aquilo que nós sabemos sentir, uma vez que somos seres reflexivos, em situações, reais ou imaginárias, em que se encontra aquilo que foi perdido, em que se reencontra o que fazia falta, em que os obstáculos são levantados, em que se realiza um desejo, ou em que algo ocorre que satisfaz um desejo que nós não sabíamos ter.
A felicidade é uma tecnologia do eu, uma moldagem e uma compensação que valoriza a integridade, a constância e a sabedoria internas relativamente à mutabilidade, à perda e à morte externas. A alegria, contrariamente, é uma expansão e pelo menos uma perda parcial do eu.
“A alegria é um deleite da Mente diante da consideração de um Bem presente ou que certamente se avizinha”.
A alegria é um deleite da mente advindo da consideração de um bem presente ou próximo,