A mulher que inventou a beleza
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Mas era uma mulher judia e pobre, nascida na Polônia, no final do século XIX. O que significa que não era ninguém. Para ela, apesar de toda a sua genialidade, o caminho iria ser ainda mais difícil.
Mentia sobre tudo e primeiramente sobre a idade que é melhor que o melhor dos cremes antirrugas, o meio mais simples de rejuvenescer.
A natureza a dotou de todas as qualidades necessárias para o sucesso: audácia, energia, obstinação, inteligência.
Nunca deixar correspondência sem resposta. Ouvir a todos com atenção. Dormir uma noite inteira antes de tomar uma decisão importante. Em caso de dúvida, pedir conselho e calar-se.
Nas noites de sexta-feira, se não está muito distante de Nova York, Helena toma um trem e percorre quilômetros para passar 24 horas com a família. Parte novamente no fim da tarde de domingo. “Hoje, eu entendo que uma ‘week-end mother’, mãe de final de semana, não basta para as crianças”, dirá ela no fim da vida à jornalista inglesa Jean Lorimer. “Dei aos meus filhos todo conforto e dinheiro que um ser humano pode receber, mas será que lhes dei bastante de mim mesma? Creio que não. Gostaria de viver trezentos anos para pôr tudo em ordem na minha vida.”6
Dessa época, ela guardou algumas regras simples. Sessenta anos depois, ainda as aplicará. Nunca deixar correspondência sem resposta. Ouvir a todos com atenção. Dormir uma noite inteira antes de tomar uma decisão importante. Em caso de dúvida, pedir conselho e calar-se. Praticando, aprende ainda a dirigir uma equipe e a delegar tarefas.
“Dê a uma mulher um par de sapatos nos quais ela se sinta bem, e ela conquistará o mundo”, diz o ditado.