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    Almirante Nelson: o homem que derrotou Napoleão

    Por Armando Vidigal
    Existem 7 citações disponíveis para Almirante Nelson: o homem que derrotou Napoleão

    Sobre

    Estrategistas, corajosos, carismáticos, os grandes guerreiros deixaram sua marca na História, conduzindo exércitos, defendendo (ou combatendo) governantes, alterando o mapa político. Esta coleção, escrita especialmente para o leitor brasileiro, conta as trajetórias desses bravos (e bravas) em livros cuidadosamente elaborados e gostosos de ler. O maior guerreiro do mar de todos os tempos, o britânico almirante Nelson é conhecido pela derrota monumental que impingiu a Napoleão Bonaparte. Este livro mostra as táticas e estratégias utilizadas por esse marinheiro genial, capaz de decisões rápidas e eficientes no comando de uma esquadra. Mostra também sua vida pessoal atribulada e cheia de dilemas, nem sempre tão bem resolvidos.Horatio Nelson teve uma vida e uma morte espetaculares. Trafalgar, da qual saiu vencedor e mortalmente ferido, foi a maior de todas as batalhas da época da vela. Embora a guerra tenha se arrastado ainda por dez anos, foi essa a batalha que tornou possível todas as vitórias seguintes em terra contra Napoleão, tendo assegurado a definitiva predominância da Marinha Real britânica.Tudo isso e muito mais é narrado neste livro, brilhantemente escrito por um especialista, que dirigiu a Escola de Guerra Naval brasileira, o almirante Armando Vidigal. Com descrições detalhadas das grandes batalhas vividas por Nelson, ilustrações e esquemas explicativos, esta obra traz ao leitor os grandes momentos da vida de um marcante personagem da história.
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    Citações de Almirante Nelson: o homem que derrotou Napoleão

    Um sistema em que os que detêm o poder escolhem os que vão ocupar os cargos é intrinsecamente corrupto. Desde os mais altos escalões até às camadas sociais mais baixas a desonestidade era a regra. A baixa

    despeito de seus enormes defeitos – o período do terror foi uma clara demonstração de que os revolucionários, quando no poder, especialmente quando o poder não tem contrapesos, comportam-se tão mal ou pior do que aqueles que foram tirados do poder – ou até mesmo por causa dos excessos que praticou, a Revolução Francesa ocupa um importante lugar no imaginário universal, sendo uma referência sempre que os ideais de igualdade, liberdade e fraternidade estão em foco.

    Foi também estabelecido que os estados constituintes da nova Federação teriam grande autonomia e seriam regidos por uma constituição política em que se consignavam os direitos individuais dos cidadãos e se definiam o equilíbrio entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, de modo que nenhum predominasse sobre os outros.

    Essas ideias iriam inspirar o outro grande movimento libertário da época que estamos considerando: a Revolução Francesa de 1789.

    Na verdade, a fraternidade, tão difícil na prática devido à natureza do homem, seria o único elemento capaz de conciliar os outros dois da trindade revolucionária.

    Um sistema em que os que detêm o poder escolhem os que vão ocupar os cargos é intrinsecamente corrupto. Desde os mais altos escalões até às camadas sociais mais baixas a desonestidade era a regra. A baixa qualidade moral do príncipe de Gales, que se reconhecia escravo das mulheres e do vinho, não representava problema maior para a aristocracia cujo procedimento era semelhante. Os camponeses, pelas características inerentes ao trabalho agrícola, obedeciam ao velho código moral, mas o proletariado nascente, dentro das limitações impostas pelos míseros salários, seguia os vícios dos citadinos mais abastados. Jovens proletárias vendiam o corpo para aumentar os seus minguados rendimentos.

    O rei, apoiado por seu gabinete de ministros, escolhidos entre os membros do Parlamento, exercia o poder executivo: embora teoricamente ele pudesse escolher os membros do Gabinete, na prática ele chamava o líder do partido vitorioso nas eleições e este, na qualidade de primeiro-ministro, indicava ao rei os membros do Parlamento para o Gabinete. Os membros do Gabinete, ministros, eram responsáveis por suas ações diante do Parlamento e dele dependiam para a obtenção de recursos para suas pastas.

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