"Anne era uma garotinha encantadora de apenas oito anos de idade. Ela era daquelas meninas esperta que tudo sabia, com olhos vivos captava tudo e a todos, observava, e logo em seguida vinham questões e dúvidas, seus pais já estavam acostumados, e com paciência tentavam saciar a sede de saber da menina..."
Desse inusitado encontro entre Anne e seu novo amigo, um indiozinho - Curumim, podemos apreciar toda a alegria e prazer vividos pela garota com o nascimento de uma nova amizade em meio a um cenário doce, tranquilo e ao mesmo tempo diferente e instigante.
As lembranças de aventuras vividas na infância e juventude permeiam o nosso cotidiano pelo resto de nossas vidas, referências que ao final dizem muito sobre o que realmente somos, ou nos tornamos, acredita a autora.
Desse inusitado encontro entre Anne e seu novo amigo, um indiozinho - Curumim, podemos apreciar toda a alegria e prazer vividos pela garota com o nascimento de uma nova amizade em meio a um cenário doce, tranquilo e ao mesmo tempo diferente e instigante.
As lembranças de aventuras vividas na infância e juventude permeiam o nosso cotidiano pelo resto de nossas vidas, referências que ao final dizem muito sobre o que realmente somos, ou nos tornamos, acredita a autora.