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    As Aventuras de Tom Sawyer

    Por Mark Twain
    Existem 11 citações disponíveis para As Aventuras de Tom Sawyer

    Sobre



    Mark Twain (1835-1910) foi humorista, jornalista, timoneiro de barco no Mississippi, escritor e, sobretudo, um amante da liberdade, da justiça e da paz.

    As aventuras de Tom Sawyer é um dos grandes clássicos da literatura americana. Tom Sawyer, o imortal personagem de Mark Twain, um menino astuto, mostra-se tão à vontade no mundo respeitável de sua tia Polly quanto no mundo aventureiro e desprotegido de seu amigo Huck Finn. Os dois vivem uma série de aventuras, acidentalmente presenciando um assassinato e provando a inocência do homem injustamente acusado, assim como sendo caçados por Injun Joe, o verdadeiro assassino, e finalmente escapando e encontrando o tesouro que Joe havia enterrado.

    Embora originalmente escrito como história de aventura para jovens, este livro é muito mais do que isto, é um mergulho na vida do interior dos Estados Unidos, especialmente na região do "imenso Mississippi", na metade do século XIX.

    Através das trepidantes aventuras de Tom e Huck, Mark Twain coloca em evidência sua grande habilidade de escritor, seu senso de justiça e sua posição antiescravagista.
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    Citações de As Aventuras de Tom Sawyer

    E agora fez uma nova descoberta sobre a natureza humana, a saber, que a promessa de não fazer determinada coisa é a maneira mais garantida que existe neste mundo de querer fazer justamente aquilo.

    nunca observava que as revistas de saúde do mês corrente em geral contrariavam em tudo o que haviam recomendado no mês anterior.

    Mas é frequente que seja justamente a falta de razões para justificar um costume tradicional que torne tão difícil livrar-se dele.

    O simples fato de que agora ele podia fazer essas coisas afastou o desejo e tirou todo o encanto delas.

    Oie aqui, Tom, tem mais um troço: essa história de ser rico não é nada parecida com o que eu pensava que sesse. É só chateação em cima de chateação, suor em cima de suor, e dá vontade de morrer o tempo todo. O que tem é que estas roupa é que me agrada e estas barrica é que me serve. Nunca mais eu vou trocar elas por nada. Tom, eu não teria me metido nessa encrenca toda, se não fosse pruquê nóis achemo aquele dinhero. O que eu quero mermo é que você

    Sem se dar conta disso, ele tinha descoberto uma das principais leis que regem os atos humanos, ou seja, que para fazer um menino ou um homem cobiçar alguma coisa, basta tornar essa coisa difícil de obter. Se ele tivesse sido um grande e sábio filósofo, como o autor deste livro, teria agora compreendido que o trabalho é tudo aquilo que a pessoa é obrigada a fazer, e que a diversão é tudo aquilo que a pessoa não é obrigada a fazer.

    Ei, Huck, que troço é esse? – Só um carrapato. – Onde foi que você pegou? – Sei lá. Em um lugar no mato. – O que você quer por ele? – Não sei, eu não quero vender. – Tudo bem. É um carrapatinho muito pequeno, mesmo. – Ora essa, todo mundo pode desfazer de um carrapato que não é deles. Eu estou sastifeito com ele. Pra mim é um rico dum carrapato. – Pois sim, tem quantidade de carrapatos por aí. Eu podia ter mil carrapatos, se quisesse.

    Ei, Huck, que troço é esse? – Só um carrapato. – Onde foi que você pegou? – Sei lá. Em um lugar no mato. – O que você quer por ele? – Não sei, eu não quero vender. – Tudo bem. É um carrapatinho muito pequeno, mesmo. – Ora essa, todo mundo pode desfazer de um carrapato que não é deles. Eu estou sastifeito com ele. Pra mim é um rico dum carrapato. – Pois sim, tem quantidade de carrapatos por aí. Eu podia ter mil carrapatos, se quisesse. – E por que não tem? Pruquê você sabe muito bem que não pode ter. Aliás, este carrapato está muito adiantado, carculo eu. É o premero que eu vejo este ano. – Escute, Huck. Eu lhe dou meu dente pelo seu carrapato. – Então mostre. Tom retirou do bolso um pedaço de papel e desembrulhou cuidadosamente. Huckleberry ficou olhando para o dente com uma expressão cobiçosa. A tentação era muito forte. No fim, ele disse: – Isso aí é um dente “de vredade”? Tom arreganhou o beiço superior e mostrou o espaço vago. – Bem, está certo – disse Huckleberry. – Negócio feito. Tom aprisionou o carrapato na caixa de espoletas que tinha sido anteriormente a prisão do “bicho-beliscão”, o escaravelho que tinha perdido na igreja; os dois meninos se separaram, cada um deles sentindo-se mais rico do que antes.

    – E por que não tem? Pruquê você sabe muito bem que não pode ter. Aliás, este carrapato está muito adiantado, carculo eu. É o premero que eu vejo este ano. – Escute, Huck. Eu lhe dou meu dente pelo seu carrapato. – Então mostre. Tom retirou do bolso um pedaço de papel e desembrulhou cuidadosamente. Huckleberry ficou olhando para o dente com uma expressão cobiçosa. A tentação era muito forte. No fim, ele disse: – Isso aí é um dente “de vredade”? Tom arreganhou o beiço superior e mostrou o espaço vago. – Bem, está certo – disse Huckleberry. – Negócio feito.

    Bem, agora eu acho que você não se importará de contar para mim e para esta digna senhora que está comigo algumas das coisas que aprendeu aqui – eu sei que terá prazer em nos contar – porque todos nós sentimos orgulho dos jovens aplicados que se dedicam ao estudo. Vamos ver, sem dúvida você sabe os nomes dos Doze Discípulos de Cristo. Não precisa recitar todos, mas diga-nos os nomes dos dois primeiros que foram escolhidos! A essa altura, Tom estava retorcendo sem parar um dos botões de seu casaco, como se pretendesse arrancá-lo. Parecia realmente muito tímido e encabulado. Seu rosto ficou muito vermelho e seus olhos ficaram grudados no assoalho da igreja. O coração do sr. Walters se afundou em seu peito. Ele disse consigo mesmo: “Não é possível que esse rapaz possa responder as mais simples das questões. Por que o juiz foi perguntar logo a ele?” Mesmo assim, foi obrigado a altear a voz e dizer: – Responda ao cavalheiro, Thomas – não tenha medo. Tom ficou com o rosto mais vermelho ainda. – Ora, eu sei que para mim você dirá – falou a senhora, com a voz cheia de compreensão maternal. – Os nomes dos dois primeiros discípulos eram… – DAVID E GOLIAS! Vamos

    Tom aprisionou o carrapato na caixa de espoletas que tinha sido anteriormente a prisão do “bicho-beliscão”, o escaravelho que tinha perdido na igreja; os dois meninos se separaram, cada um deles sentindo-se mais rico do que antes.

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