Quais são os limites do ser humano?
Com uma narrativa cadenciada, mesclando a melancolia do cárcere ao instinto selvagem e lembranças de outras fases da vida, o médico Gabriel Molinari conta sua história.
Através das memórias desse presidiário, o leitor descobre sua vida pregressa, seus pensamentos mais íntimos e o que o levou ao interior do “Santo Valo”, como é conhecido o estabelecimento prisional em que cumpre pena por haver tirado a vida de um homem.
Onde remanesce a civilidade humana frente a força do instinto animal?
Enquanto levava uma vida normal, Gabriel nunca imaginou que um dia estaria em um presídio, entre a escória da humanidade, em meio a pessoas com as quais nunca tivera contato anteriormente.
Qual a diferença entre o certo e o errado?
Em um contexto inflamado, divagações quanto à célebre frase de Maquiavel “os fins justificam os meios” nunca se mostraram tão propícias.
É possível justificar um assassinato?
As memórias de Gabriel se mostram agridoces, em um emaranhado de nuances da infância, a vida no interior do sul do Brasil, a educação rígida, o sonho em tornar-se médico e a condenação pelo crime de homicídio. Em que ponto o futuro promissor se viu esvair entre os altos muros de uma prisão?
Um enredo contundente sobre a linha tênue existente entre a civilidade e selvageria da face humana.
Uma história de amor, sobretudo. E dor.
Você está preparado(a) para conhecer a história de Gabriel?
Com uma narrativa cadenciada, mesclando a melancolia do cárcere ao instinto selvagem e lembranças de outras fases da vida, o médico Gabriel Molinari conta sua história.
Através das memórias desse presidiário, o leitor descobre sua vida pregressa, seus pensamentos mais íntimos e o que o levou ao interior do “Santo Valo”, como é conhecido o estabelecimento prisional em que cumpre pena por haver tirado a vida de um homem.
Onde remanesce a civilidade humana frente a força do instinto animal?
Enquanto levava uma vida normal, Gabriel nunca imaginou que um dia estaria em um presídio, entre a escória da humanidade, em meio a pessoas com as quais nunca tivera contato anteriormente.
Qual a diferença entre o certo e o errado?
Em um contexto inflamado, divagações quanto à célebre frase de Maquiavel “os fins justificam os meios” nunca se mostraram tão propícias.
É possível justificar um assassinato?
As memórias de Gabriel se mostram agridoces, em um emaranhado de nuances da infância, a vida no interior do sul do Brasil, a educação rígida, o sonho em tornar-se médico e a condenação pelo crime de homicídio. Em que ponto o futuro promissor se viu esvair entre os altos muros de uma prisão?
Um enredo contundente sobre a linha tênue existente entre a civilidade e selvageria da face humana.
Uma história de amor, sobretudo. E dor.
Você está preparado(a) para conhecer a história de Gabriel?