O Voo de Ícaro
Na mitologia grega, Ícaro era filho de Dédalo, um homem renomado por sua criatividade e habilidade manual, que havia sido a mente por detrás do labirinto que abrigou o Minotauro. Por ter cometido um crime que invocou a ira do rei Minos, Dédalo foi condenado, junto a seu filho, a ser aprisionado no mesmo labirinto que havia projetado. Sabendo que não poderiam fugir por terra ou água, Dédalo teve a ideia de fugir pelo ar, voando, então construiu asas, de penas e cera, que, graças a habilidade do artesão, eram tão perfeitas quanto as das aves. Tendo concluído sua invenção e comprovado a sua eficiência, o pai ensinou o filho a voar.
Prontos para o voo final, o da fuga, Dédalo alertou Ícaro sobre os perigos de voar próximo ao Sol, pois isso derreteria a cera das asas. Já no céu, pai e filho contemplavam a visão que tinham, Ícaro, porém, não estava satisfeito, e, ignorando os conselhos do pai, subiu ainda mais. Aproximando-se do Sol, Ícaro viu a cera de suas asas ser derretida rapidamente; a queda, no mar Egeu, foi fatal.
“Conhecer o inimigo é meio caminho para uma vitória.” Foi com isso em mente que Frank King desenvolveu seu espião perfeito: 8419, "a mente que tudo pensa". Memórias, conhecimento, histórias, vidas, tudo está armazenado em um só indivíduo, uma só mente. Uma noite de desequilíbrio, porém, mudaria tudo. Quem realmente era "8419"? Poderia que algumas destas suas memórias realmente fossem suas? Suas questões não tinham respostas, ou aparentavam não ter, mas mal sabia que esse fora o estopim para uma série de acontecimentos que mudaria o futuro da humanidade. O velho mito do "Voo de Ícaro" surgia novamente, dessa vez com duas das maiores organizações do planeta e seus dois líderes megalomaníacos, e num mundo transbordando em conflitos de interesses, cegas devoções, e obsessão pelo poder; teria este mito o mesmo fim que conhecemos?
Na mitologia grega, Ícaro era filho de Dédalo, um homem renomado por sua criatividade e habilidade manual, que havia sido a mente por detrás do labirinto que abrigou o Minotauro. Por ter cometido um crime que invocou a ira do rei Minos, Dédalo foi condenado, junto a seu filho, a ser aprisionado no mesmo labirinto que havia projetado. Sabendo que não poderiam fugir por terra ou água, Dédalo teve a ideia de fugir pelo ar, voando, então construiu asas, de penas e cera, que, graças a habilidade do artesão, eram tão perfeitas quanto as das aves. Tendo concluído sua invenção e comprovado a sua eficiência, o pai ensinou o filho a voar.
Prontos para o voo final, o da fuga, Dédalo alertou Ícaro sobre os perigos de voar próximo ao Sol, pois isso derreteria a cera das asas. Já no céu, pai e filho contemplavam a visão que tinham, Ícaro, porém, não estava satisfeito, e, ignorando os conselhos do pai, subiu ainda mais. Aproximando-se do Sol, Ícaro viu a cera de suas asas ser derretida rapidamente; a queda, no mar Egeu, foi fatal.
“Conhecer o inimigo é meio caminho para uma vitória.” Foi com isso em mente que Frank King desenvolveu seu espião perfeito: 8419, "a mente que tudo pensa". Memórias, conhecimento, histórias, vidas, tudo está armazenado em um só indivíduo, uma só mente. Uma noite de desequilíbrio, porém, mudaria tudo. Quem realmente era "8419"? Poderia que algumas destas suas memórias realmente fossem suas? Suas questões não tinham respostas, ou aparentavam não ter, mas mal sabia que esse fora o estopim para uma série de acontecimentos que mudaria o futuro da humanidade. O velho mito do "Voo de Ícaro" surgia novamente, dessa vez com duas das maiores organizações do planeta e seus dois líderes megalomaníacos, e num mundo transbordando em conflitos de interesses, cegas devoções, e obsessão pelo poder; teria este mito o mesmo fim que conhecemos?