Esta obra, amálgama de vivências de Adolfo, o protagonista que, na voz de um amigo e, por isso, de um narrador omnipresente, partilha com os leitores momentos fundamentais do quotidiano desta personagem.
Adolfo, segundo o narrador, é um homem sensível face ao mundo a que se propôs abraçar, onde a natureza, por excelência e com todo o seu esplendor, expressa na sua vida um significado muito especial. É assim, no silêncio de um ambiente acolhedor, que o protagonista se interroga, em reflexões profundas, sobre o presente, defrontando-se com um passado, que ficara ?lá trás? e evocando um futuro, que tanto apraz. Mas, consciente de que o ?ser? existe em plena mutação, Adolfo projeta os seus sonhos e neles, firmemente, o ato da escrita.
O livro de ?memórias? e, essencialmente, de ensejo de plenitude, por que o Homem, enquanto ser existencial, caminha em busca da perfeição, ?Até Sempre!?.
Adolfo, segundo o narrador, é um homem sensível face ao mundo a que se propôs abraçar, onde a natureza, por excelência e com todo o seu esplendor, expressa na sua vida um significado muito especial. É assim, no silêncio de um ambiente acolhedor, que o protagonista se interroga, em reflexões profundas, sobre o presente, defrontando-se com um passado, que ficara ?lá trás? e evocando um futuro, que tanto apraz. Mas, consciente de que o ?ser? existe em plena mutação, Adolfo projeta os seus sonhos e neles, firmemente, o ato da escrita.
O livro de ?memórias? e, essencialmente, de ensejo de plenitude, por que o Homem, enquanto ser existencial, caminha em busca da perfeição, ?Até Sempre!?.