Big Data no Trabalho
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o que importa não é quantos dados vocês têm, mas sim o que vocês fazem com eles.
Analistas estimam que 50 bilhões de sensores serão conectados à internet até 2025 (“a Internet das Coisas”) e cada sensor pode produzir uma torrente de dados.
O mais importante é não se deixar deslumbrar com o volume de dados, mas sim analisá-los para convertê-los em conhecimento, inovação e valor.
Sempre houve três tipos de analytics: o descritivo, que informa sobre o passado; o preditivo, que utiliza modelos baseados em dados do passado para prever o futuro; e o prescritivo, que usa modelos para especificar comportamentos e ações ideais.
Existem três classes de valor: redução de custos, melhorias no processo decisório e melhorias de produtos e serviços.
Um estudo da Gartner constatou que “entre 70 e 80% dos projetos de business intelligence corporativos fracassam” devido a “uma combinação de problemas de comunicação entre o TI e as unidades de negócio e à incapacidade de fazer as perguntas certas ou de ponderar sobre as verdadeiras necessidades do negócio”.3
O cientista de dados clássico tem cinco atributos fundamentais: ele é um hacker, um cientista, um analista quantitativo, um conselheiro de confiança e um expert em negócios
Os dados em geral são grátis ou baratos, o hardware e o software são gratuitos ou de baixo custo, mas as pessoas são caras e difíceis de contratar.
Por que não preferir decisões analíticas mais automatizadas em alguns casos? Na era do small data, o analytics só começou a se automatizar mais quando o big data surgiu. Agora não temos escolha a não ser incorporar as análises baseadas em big data aos processos de negócio. Alguns analistas se referem a isso como smart BPM (smart business process management – gestão inteligente de processos de negócio);
Embora em geral bem pagos, os cientistas de dados parecem mais motivados pelo desafio e pelo impacto resultante de seu trabalho do que pelo dinheiro.
“HiPPO” (“the highest-paid person’s opinion” ou “a opinião da pessoa mais bem-paga”), esse