Comida e sociedade: uma história da alimentação
Existem 7 citações disponíveis para Comida e sociedade: uma história da alimentaçãoSobre
Talvez você seja redirecionado para outro site
Dezoito plantas foram identificadas como a base de 75% a 80% da alimentação total da humanidade em todos os tempos e continentes.3
O princípio católico Liquidum non frangit jejunum (líquidos não quebram o jejum permitiu que o chocolate fosse consumido pelo clero durante os períodos de restrição alimentar.
Além das questões políticas ou macroeconômicas,
a alimentação revela a estrutura da vida cotidiana, do seu núcleo mais íntimo e mais compartilhado (o sexo é ainda mais íntimo, mas de uma partilha social bem mais restrita). A convivialidade manifesta-se sempre na comida compartida.
A partir da época industrial, no século XIX, verificaram-se diversas alterações na agricultura e na economia que ampliaram a oferta de alimentos e as possibilidades de sua aquisição na Europa, fenômeno que foi chamado “revolução dietética”.
Revolução Francesa em 1789, quando os pobres se indignavam com o uso da mais pura farinha de trigo para empoar as perucas da nobreza ao mesmo tempo em que a plebe passava por privação de pão.
O suprimento global de alimentos é atualmente suficiente o bastante para alimentar mais do que a totalidade da população mundial com base numa dieta semivegetariana, mas suficiente apenas para alimentar metade da população mundial se for estendida para todos a mesma dieta atual dos países desenvolvidos.
As regras budistas eliminam até mesmo a cebola, a cebolinha e o alho, por considerarem que essas plantas inflamam as paixões.