Algumas cartas jamais chegarão ao seu destino.
"Olá meu pássaro azul. Desculpe-me escrever esta carta. Muito provável que ela não saia de minhas mãos e chegue até você. É mais provável ainda que uma fogueira a encontre antes e, com suas chamas ardentes, leve embora cada partícula e todas as palavras que foram pensadas especialmente para você. A fumaça subirá aos céus e levará minhas preces às estrelas e à lua. Mas não a você. Não mais."
Leia: "Como eu me Sinto", de Diego Piovesan.
Como eu me sinto
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