Como ler a filosofia clínica: Prática da autonomia do pensamento
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Se for a opção da pessoa adaptar-se à situação vigente, o filósofo clínico a auxiliará para tal, não sem antes verificar se é isso mesmo o que deseja, analisando, juntamente com ela, as implicações de
Uma questão não existe isoladamente, ela se relaciona a todo um contexto: tempo, cultura, linguagem, preocupações de uma época ou de uma região, formas de vida específicas e suas relações com outras formas existentes na vizinhança, enfim, são muitos os dados que precisam ser considerados para abordarmos uma questão.
“normal é apenas a pessoa que não foi suficientemente examinada”.
seja como for nosso posicionamento, seremos responsáveis pela constituição do mundo em que vivemos e, consequentemente, de nós mesmos.
Para a filosofia clínica, somos seres singulares, portanto, não há uma determinação prévia do que é o normal, o bom, o correto, o justo etc. Não há um padrão ao qual o partilhante deva se adequar, assim como não há um estado ao qual, necessariamente, se deva chegar com a terapia.