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    Como matar a borboleta-azul: Uma crônica da era Dilma

    Por Monica Baumgarten de Bolle
    Existem 9 citações disponíveis para Como matar a borboleta-azul: Uma crônica da era Dilma

    Sobre

    Conta-se que, na década de 1970, atormentados por uma superpopulação de coelhos, os ingleses adotaram uma política tão bem-intencionada quanto equivocada, que culminou com a extinção da borboleta-azul no sul do país. O triste fim da bela borboleta é a metáfora escolhida pela economista Monica Baumgarten de Bolle para descrever a desconstrução do Brasil durante os anos de Dilma Rousseff (2011-2016). Depois de o Plano Real reduzir a inflação a patamares suportáveis e permitir a implantação de um conjunto de políticas sociais mais inclusivas, a presidente chegou ao poder determinada a reformular tudo. Na prática, sua gestão levou a economia brasileira a uma situação catastrófica cujos efeitos se farão sentir por muito tempo. Em texto fluente, Monica de Bolle acompanha erros e desacertos da presidente, ano a ano, passo a passo, desvendando cada um de seus desatinos. Porém, no lugar de gráficos e tabelas, o leitor encontra drama, uma história de suspense e terror, com vilãs, vilões e pouquíssimos heróis, narrada com pitadas de surrealismo e saborosas citações a filmes e obras da literatura. A dura realidade ganha contornos humanos e compreensíveis mesmo para quem não tem nenhuma familiaridade com o chamado economês. Leitura obrigatória para quem deseja entender como foi engendrada a atual crise da economia brasileira, em linguagem acessível. Em forma de crônica, Monica faz uma análise profunda e descomplicada sobre a política econômica do Brasil.
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    Citações de Como matar a borboleta-azul: Uma crônica da era Dilma

    Seus defensores ignoram que qualquer estímulo em ambiente inflacionário, como um corte de impostos, uma desoneração, tende, primeiramente, a provocar mais inflação.

    O experimentalismo de Dilma seria a tentativa de gerar crescimento por meio de um modelo calcado no incentivo ao crédito e ao consumo.

    Como disse certa vez o dramaturgo George Bernard Shaw: para todo problema complexo existe uma solução clara, simples e errada.

    Desconfortável com a projeção do Banco Central e embalada por suas convicções, começou a flertar com a ideia de que um pouco mais de inflação não tinha problema, desde que viesse acompanhada de mais crescimento, espécie de “inflação do bem”,

    Nos anos 1970 e 1980, a dúvida entre preservar o crescimento e combater a inflação — objetivos muitas vezes conflitantes — levou vários países ao que ficou conhecido como políticas de stop and go, isto é, ora se aumentavam os juros para conter a alta dos preços, ora se interrompia a elevação dos juros para não prejudicar o crescimento. Esse tipo de vacilação na condução da política econômica é ruim para a previsibilidade e a credibilidade daqueles que estão no comando da economia.

    A real causa da falta de competitividade relativa da indústria brasileira eram (e ainda são) os onerosos encargos tributários que pesam sobre ela e a ausência de uma infraestrutura adequada para escoar a produção, pressionando os custos.

    são cinco as leis fundamentais da estupidez humana: a que prega que, sempre e inevitavelmente, cada um de nós subestima o número de indivíduos estúpidos em circulação; a que diz que a probabilidade de certa pessoa ser estúpida é independente de qualquer outra característica dela própria; a que defende que uma pessoa estúpida é aquela que causa um dano a outra ou a um grupo sem retirar qualquer proveito para si, podendo até sofrer prejuízo com isso; a que argumenta que as pessoas não estúpidas desvalorizam sempre o potencial nocivo das pessoas estúpidas; e, por último, a que advoga que o estúpido é o tipo de pessoa mais perigoso que existe. A ideia defendida por Cipolla pode ser lida em seu ensaio As leis fundamentais da estupidez humana.

    “Entropy is when you can’t get the toothpaste back into the tube” [Entropia é quando você não consegue botar a pasta de dentes de volta dentro do tubo], assim

    Ofereço aos leitores duas reflexões: “O sofrimento é o intervalo entre duas felicidades.” (Vinicius de Moraes) “Suporta-se com paciência a cólica dos outros.” (Machado de Assis) Escolham sua preferida.

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