Comportamento do Consumidor: A biologia, anatomia e fisiologia do consumo
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“A sensação de medo leva as pessoas a agir com a multidão, ativando a psicologia chamada ‘segurança em número’. O sentimento de luxúria, entretanto, motiva as pessoas a seguir sós, ativando o desejo de ser único. Estar sentindo-se com medo ou amoroso pode mudar muito a maneira que as pessoas tomam decisões”.
A economia tem como uma de suas funções explicar como os sistemas econômicos funcionam, a atuação e a interação dos agentes econômicos.
Precisamos nos atentar para o fato de que nem tudo o que fazemos é consciente e conhecido, mas sim inato e inconsciente. São mecanismos de proteção do corpo para a sobrevivência do indivíduo, táticas biológicas para a reprodução e perpetuação dos genes.
O aprendido tem relação com a consciência, com o “saber que” e, diferente disso, o inato tem relação com a inconsciência. Talvez, por essa relação é que não reconhecemos o que não podemos entender, não enxergamos o que não compreendemos, não aceitamos o que não é claro e perfeitamente explicado.
O fenômeno da comunicação entre as bactérias é chamado de “quorum sensing” ou senso de grupo, um processo que permite a esses seres unicelulares se comunicar usando moléculas sinalizadoras químicas chamadas autoinducers ou autoindutoras. Este processo permite ou possibilita às bactérias detectar quantas são no ambiente e, a partir daí, agir como um organismo multicelular.
Engraçado é que o homem é antropocêntrico quando lhe interessa, mas quando faz maldades, diz que foi um ato “animal”.
Quem leu meu primeiro livro sobre neuromarketing sabe como é grande a minha implicância com a pesquisa de mercado que se diz ser qualitativa e deve responder aos anseios de entendimento dos “porquês” do comportamento de compra. Nem os próprios indivíduos pesquisados têm essa resposta, porque muitas de suas atitudes são baseadas em motivações encobertas, trancadas no inconsciente. Portanto, fica difícil dizer ao certo o motivo que fez determinada pessoa comprar um produto ou serviço específico, ou como ela tomou a decisão de compra, ou ainda, que produto comprará no futuro. São questões que não podem ser respondidas somente perguntando ao consumidor ou observando-o no ponto de venda. Pois se num determinado dia e horário de compra seus hormônios estiverem em níveis diferentes do dia em que ele responder a uma pesquisa, suas respostas não refletirão o estado em que ele se encontrava e que o fez comprar algo.