Resumo
O livro Contos&Encontros foi escrito na abrangência de dois momentos transcorridos na Península de Itapagipe- Cidade Baixa-, Salvador, Bahia. No primeiro, Conta a História contemporânea e o processo de desenvolvimento e crescimento desta Península. Neste caminhar, aborda sobre: a história de vida religiosa de Irmã Dulce; as festas populares mais aclamadas pelos milhões de turistas e de igual quantidade pelos baianos - Lavagem do Bonfim, Nosso Senhor Bom Jesus dos Navegantes-; o aparecimento e o significado das cores das Fitas Lembranças do Nosso Senhor do Bonfim; reflexão profunda da comercialização dessas Fitas por uma empresa em São Paulo, e, por isso, faz constar de um projeto detalhado, para que as mesmas sejam fabricadas aqui em Salvador pelos os artesões da comunidade do Bairro dos Alagados. Além disso, avoca-se, resumidamente, para o aparecimento do primeiro Pólo Industrial da Bahia ? fabricas de natureza bem diversificadas, que no meado do século XIX até grande parte do século XX existiam pra mais de quarenta- Outras variáveis a serem consideradas, nesse contexto: as belezas naturais ? a calmaria do mar da baia de todos os Santos e o lindo pôr-do-sol por toda a Península, sobremaneira, na Ponta do Humaitá- No segundo momento, o encontro que se dar, nesta Ponta do Humaitá, entre um jovem de trinta (30) anos de idade com um Professor Universitário, já aposentado da sua vida acadêmica. Este encontro não foi mera coincidência, mas, sim, bem planejado e com a contribuição efetiva- mensagem enviada ao seu celular- de sua prima carnal que já havia falecida no naufrágio do Bateu Mouche, no Réveillon do Rio de Janeiro (1989) precisamente no trecho entre Cotunduba e o Morro da Urca, em frente à praia Vermelha. Este jovem é baiano- soteropolitano-, empresário bem sucedido na área de turismo na Cidade do Cabo da África do Sul que resolve se inteirar do relacionamento amoroso entre uma jovem Buquinense e um professor universitário conceituado no seio acadêmico, sobretudo, pelos seus trabalhos de pesquisa e projetos robustos aceitos pela instituição de ensino e empresas privadas do Brasil e exterior. Esse encontro tem seu início, logo após o pôr ?do sol, na mesa do Bar, Clube de Iates de Itapagipe construído em 1619 e concluído, de comum acordo, na praça de alimentação de um grande Shopping de Salvador. Antes mesmo, da retomada da pauta acordado no dia anterior, aconteceram três momentos. Primeiro, se abasteceram de pasteis de queijo e de suco de laranja. Segundo, o professor pede licença ao jovem para ir ao sanitário satisfazer as suas necessidades fisiológicas matinais. Terceiro, no tempo transcorrido do professor no sanitário, o jovem recebe no seu celular uma mensagem para comparecer com urgência no aeroporto Dois de Julho, hoje,- Aeroporto Deputado Luís Eduardo Magalhães- para pagar os custos devidos da liberação da sua aeronave particular que partiria às 14h20 com destino a Cidade do Cabo. Face a este imprevisto, o jovem deixa sob a sua bandeja uma carta ? previamente digitalizada no apartamento do hotel ora hospedado- constando do conhecimento adquirido junto a sua pessoa no que tange a História da Cidade Boquim- Munícipio do Estado Sergipe- da importância cultural e tecnológica da Escola Técnica Federal da Bahia e do Pólo Petroquímico de Camaçari para o crescimento e desenvolvimento industrial do estado da Bahia. Contudo, não posso me furtar (tinha tanta vontade de lhe dizer, olho no olho) de revelar nesta carta o quanto é um covarde e destruidor de sonhos de uma jovem que se desnudou de tudo, para ter do seu lado uma vida conjugal plena, sã e laureada de paz. Mas, as suas traições na abateram, a vestiram de coragem e de conhecimentos científicos que a retornou a sua terra natal cheia de projetos, sobremaneira, que são implantados - na área educacional- do seu município e esses feitos a tornaram uma Cidadã respeitada e ganhadora de medalhas e troféus no contexto educacional e industrial no estado de Sergipe.
O livro Contos&Encontros foi escrito na abrangência de dois momentos transcorridos na Península de Itapagipe- Cidade Baixa-, Salvador, Bahia. No primeiro, Conta a História contemporânea e o processo de desenvolvimento e crescimento desta Península. Neste caminhar, aborda sobre: a história de vida religiosa de Irmã Dulce; as festas populares mais aclamadas pelos milhões de turistas e de igual quantidade pelos baianos - Lavagem do Bonfim, Nosso Senhor Bom Jesus dos Navegantes-; o aparecimento e o significado das cores das Fitas Lembranças do Nosso Senhor do Bonfim; reflexão profunda da comercialização dessas Fitas por uma empresa em São Paulo, e, por isso, faz constar de um projeto detalhado, para que as mesmas sejam fabricadas aqui em Salvador pelos os artesões da comunidade do Bairro dos Alagados. Além disso, avoca-se, resumidamente, para o aparecimento do primeiro Pólo Industrial da Bahia ? fabricas de natureza bem diversificadas, que no meado do século XIX até grande parte do século XX existiam pra mais de quarenta- Outras variáveis a serem consideradas, nesse contexto: as belezas naturais ? a calmaria do mar da baia de todos os Santos e o lindo pôr-do-sol por toda a Península, sobremaneira, na Ponta do Humaitá- No segundo momento, o encontro que se dar, nesta Ponta do Humaitá, entre um jovem de trinta (30) anos de idade com um Professor Universitário, já aposentado da sua vida acadêmica. Este encontro não foi mera coincidência, mas, sim, bem planejado e com a contribuição efetiva- mensagem enviada ao seu celular- de sua prima carnal que já havia falecida no naufrágio do Bateu Mouche, no Réveillon do Rio de Janeiro (1989) precisamente no trecho entre Cotunduba e o Morro da Urca, em frente à praia Vermelha. Este jovem é baiano- soteropolitano-, empresário bem sucedido na área de turismo na Cidade do Cabo da África do Sul que resolve se inteirar do relacionamento amoroso entre uma jovem Buquinense e um professor universitário conceituado no seio acadêmico, sobretudo, pelos seus trabalhos de pesquisa e projetos robustos aceitos pela instituição de ensino e empresas privadas do Brasil e exterior. Esse encontro tem seu início, logo após o pôr ?do sol, na mesa do Bar, Clube de Iates de Itapagipe construído em 1619 e concluído, de comum acordo, na praça de alimentação de um grande Shopping de Salvador. Antes mesmo, da retomada da pauta acordado no dia anterior, aconteceram três momentos. Primeiro, se abasteceram de pasteis de queijo e de suco de laranja. Segundo, o professor pede licença ao jovem para ir ao sanitário satisfazer as suas necessidades fisiológicas matinais. Terceiro, no tempo transcorrido do professor no sanitário, o jovem recebe no seu celular uma mensagem para comparecer com urgência no aeroporto Dois de Julho, hoje,- Aeroporto Deputado Luís Eduardo Magalhães- para pagar os custos devidos da liberação da sua aeronave particular que partiria às 14h20 com destino a Cidade do Cabo. Face a este imprevisto, o jovem deixa sob a sua bandeja uma carta ? previamente digitalizada no apartamento do hotel ora hospedado- constando do conhecimento adquirido junto a sua pessoa no que tange a História da Cidade Boquim- Munícipio do Estado Sergipe- da importância cultural e tecnológica da Escola Técnica Federal da Bahia e do Pólo Petroquímico de Camaçari para o crescimento e desenvolvimento industrial do estado da Bahia. Contudo, não posso me furtar (tinha tanta vontade de lhe dizer, olho no olho) de revelar nesta carta o quanto é um covarde e destruidor de sonhos de uma jovem que se desnudou de tudo, para ter do seu lado uma vida conjugal plena, sã e laureada de paz. Mas, as suas traições na abateram, a vestiram de coragem e de conhecimentos científicos que a retornou a sua terra natal cheia de projetos, sobremaneira, que são implantados - na área educacional- do seu município e esses feitos a tornaram uma Cidadã respeitada e ganhadora de medalhas e troféus no contexto educacional e industrial no estado de Sergipe.