Muitos acontecimentos que surgiram no decorrer da minha vida provocaram profundas mudanças e transformações que direcionou minha trajetória, emocional, sentimental, cultural e profissional que impulsionou a escrever este livro.
O mérito ao apresentar para os leitores baseia-se em uma realidade muito cotidiana desde os tempos de reinado no Brasil as desigualdades foram gradualmente assolando o nosso país, devido estes problemas sociais de exclusão a desigualdade no âmbito social foi agravando ao longo dos anos fomentando uma legião de pessoas excluídas com altos índices de contrastes sociais dentro da população rural e urbana.
A desigualdade social está enraizada desde os tempos do Brasil colônia quando as Terras devolutas foram divididas em capitanias hereditárias. Sem mudanças com passar dos anos através deste modelo arcaico surgiram os primeiros latifundiários que predominam até os dias de hoje.
A constituição brasileira acomodada com a mesmice viu os séculos passarem com a população mergulhada em dificuldades sócio-econômicas não atualizou suas leis que burladas foram manipuladas e pressionadas pelos grandes proprietários de terras, ficando submissas aos interesses das classes dominantes, incompatíveis com as mudanças da sociedade causando um verdadeiro disparate entre a população rural e urbana.
A reforma agrária mesmo tardia seria uma grande justiça social amenizando os contrastes sociais dentro da população do campo e da cidade proporcionando mais produtividade aumentando os postos de trabalho e assegurando as pessoas em seus locais de origem diminuindo o êxodo rural e evitando a concentração das grandes massas e inchaços na metrópole e cidades em sua volta.
No inicio do século passado a maioria da população brasileira vivia no campo e toda produtividade agrícola foi responsável pelo crescimento e desenvolvimento do Brasil por ser um país agrícola foi considerado um grande exportador de grãos onde a indústria cafeeira surgiu como pioneira neste período com grande destaque no cenário mundial. Com essa vanglória os latifundiários detentores de grande parte das riquezas do país, oriundas da produção agrícola necessitava de mão de obra barata as massas de trabalhadores braçais foram praticamente todas absorvidas no campo e simplesmente ignoradas por quantias irrisórias para garantir a sobrevivência de muitas famílias.
Com essa má distribuição de renda ouve um grande impacto dentro da sociedade de poder aquisitivo entre as classes sociais que foram divergindo gradualmente onde todo esse complexo de desigualdade foi expandindo e enraizando entre as zonas rurais e urbanas.
Diante desse contexto histórico podemos concluir que a desigualdade tem suas origens desde o inicio da formação da sociedade Brasileira no mesmo período que as classes sociais começaram opor por interesses individuais predominando até os dias atuais.
O título desta obra, ?Conurbação Urbana?, vem para abordar um tema muito complexo dentro da sociedade brasileira e em suas principais metrópoles.
Pelas comunidades vilas e vilarejos por onde passei tive a oportunidade de conversar ver com meus próprios olhos as verdadeiras condições de vida que encontram as famílias excluídas vítimas da pobreza, moradia, fome, miséria, violência e do capitalismo selvagem.
O agravamento destes problemas leva essas pessoas a perderem suas próprias identidades culturais e até mesmo a dignidade de adquirir seu espaço dentro de uma sociedade fraterna e mais justa. A pobreza empurra as pessoas para a ignorância e a disputa sempre traz consigo a morte para conseguir ocupar um pedaço de chão, famílias eliminam famílias estas cenas horríveis sempre acontecem nos vilarejos, morros, becos, escadões, guetos e vielas que desembocam em lugares sem saídas de grandes comunidades.
A sociedade é desmembrada em comunidades que trás consigo seus verdadeiros complexos formados por adensamento populacional periféricos, levando consigo suas abreviações e significados no decorrer dos
O mérito ao apresentar para os leitores baseia-se em uma realidade muito cotidiana desde os tempos de reinado no Brasil as desigualdades foram gradualmente assolando o nosso país, devido estes problemas sociais de exclusão a desigualdade no âmbito social foi agravando ao longo dos anos fomentando uma legião de pessoas excluídas com altos índices de contrastes sociais dentro da população rural e urbana.
A desigualdade social está enraizada desde os tempos do Brasil colônia quando as Terras devolutas foram divididas em capitanias hereditárias. Sem mudanças com passar dos anos através deste modelo arcaico surgiram os primeiros latifundiários que predominam até os dias de hoje.
A constituição brasileira acomodada com a mesmice viu os séculos passarem com a população mergulhada em dificuldades sócio-econômicas não atualizou suas leis que burladas foram manipuladas e pressionadas pelos grandes proprietários de terras, ficando submissas aos interesses das classes dominantes, incompatíveis com as mudanças da sociedade causando um verdadeiro disparate entre a população rural e urbana.
A reforma agrária mesmo tardia seria uma grande justiça social amenizando os contrastes sociais dentro da população do campo e da cidade proporcionando mais produtividade aumentando os postos de trabalho e assegurando as pessoas em seus locais de origem diminuindo o êxodo rural e evitando a concentração das grandes massas e inchaços na metrópole e cidades em sua volta.
No inicio do século passado a maioria da população brasileira vivia no campo e toda produtividade agrícola foi responsável pelo crescimento e desenvolvimento do Brasil por ser um país agrícola foi considerado um grande exportador de grãos onde a indústria cafeeira surgiu como pioneira neste período com grande destaque no cenário mundial. Com essa vanglória os latifundiários detentores de grande parte das riquezas do país, oriundas da produção agrícola necessitava de mão de obra barata as massas de trabalhadores braçais foram praticamente todas absorvidas no campo e simplesmente ignoradas por quantias irrisórias para garantir a sobrevivência de muitas famílias.
Com essa má distribuição de renda ouve um grande impacto dentro da sociedade de poder aquisitivo entre as classes sociais que foram divergindo gradualmente onde todo esse complexo de desigualdade foi expandindo e enraizando entre as zonas rurais e urbanas.
Diante desse contexto histórico podemos concluir que a desigualdade tem suas origens desde o inicio da formação da sociedade Brasileira no mesmo período que as classes sociais começaram opor por interesses individuais predominando até os dias atuais.
O título desta obra, ?Conurbação Urbana?, vem para abordar um tema muito complexo dentro da sociedade brasileira e em suas principais metrópoles.
Pelas comunidades vilas e vilarejos por onde passei tive a oportunidade de conversar ver com meus próprios olhos as verdadeiras condições de vida que encontram as famílias excluídas vítimas da pobreza, moradia, fome, miséria, violência e do capitalismo selvagem.
O agravamento destes problemas leva essas pessoas a perderem suas próprias identidades culturais e até mesmo a dignidade de adquirir seu espaço dentro de uma sociedade fraterna e mais justa. A pobreza empurra as pessoas para a ignorância e a disputa sempre traz consigo a morte para conseguir ocupar um pedaço de chão, famílias eliminam famílias estas cenas horríveis sempre acontecem nos vilarejos, morros, becos, escadões, guetos e vielas que desembocam em lugares sem saídas de grandes comunidades.
A sociedade é desmembrada em comunidades que trás consigo seus verdadeiros complexos formados por adensamento populacional periféricos, levando consigo suas abreviações e significados no decorrer dos