Curso Completo de Memorização
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Concentrar é dirigir a atenção, o sentimento e a determinação, de modo intenso e exclusivo, a um alvo ou objetivo.
toda habilidade se desenvolve com a prática, até as respostas tornarem-se automáticas e instintivas. A segunda determina que a habilidade deteriora-se quando não aplicada, acabando por perder-se, se negligenciada.
Só é possível lembrar-se de alguma coisa que tenha sido observada antes. Depois, é preciso associá-la, na mente, a algo que já conhecemos e de que nos lembramos.
Para
melhorar sua memória obrigue-se a ficar interessado e a observar qualquer coisa que deseje recordar. Para isso, use a atenção.
“Onde há um desejo,
há um meio de realização”.
O cérebro trabalha dia e noite para que a vida mantenhase equilibrada. Porém, nem sempre o usamos corretamente. Amaioria das pessoas orienta seus pensamentos para o lado dos medos, das fobias.Desde criança aprendemos – nem sempre da maneira certa – que todo erro deve ser punido. As traquinagens da infância eram castigadas pelos pais. O mau andamento escolar era punido pelo professor, com notas baixas. Quando adultos, somos castigados socialmente pela mente coletiva (sociedade) se não tivermos um comportamento por ela aprovado. Podemos até ser presos, se infringirmos a lei dos homens, a justiça.Dessa forma, desde a infância, nosso cérebro é bombardeado com imposições castrantes, representadas por formulações verbais como as seguintes: não pode isso, não pode aquilo, não faça isso, não faça aquilo, é proibido, cale a boca, não se meta, e por aí afora.Ao invés de apreciarmos a beleza e o perfume de uma flor, é mais comum pensarmos na punição que poderíamos sofrer se a colhêssemos. Aprendemos a colecionar culpas e erros que nem chegamos a cometer, pois tudo é registrado pelo cérebro; este não consegue distinguir o fisicamente realizado do vividamente imaginado. Ele é imparcial e frio.Um simples pensamento sobre algo que possa não ser bem aceito pelos outros é registrado no cérebro, que analisa a informação de duas formas: primeiro, ele acredita realmente em nosso desejo, e, segundo, tenhamos ou não realizado o tal desejo, nosso imaginário determina que devemos ser punidos, uma vez que analisou aquela conduta como inadequada. Na primeira oportunidade que tiver, o cérebro vai fazer a pessoa pagar pelo erro que nem chegou a cometer, levando o indivíduo a se acidentar, a esquecer um compromisso importante, a contrair algum tipo de moléstia ou, simplesmente, a sentir-se incapaz de se concentrar em alguma coisa que lhe seja benéfica. Dessa forma, não adianta querer o contrário. Ele, o cérebro, não vai permitir.