Neste livro a autora procura descortinar quais as angústias, dúvidas, anseios e condutas dos diversos personagens que compõem o cenário hospitalar, quando do anúncio da morte. Como esses personagens, de um palco no qual a morte é presença constante, se relacionam? Como é a comunicação desses personagens? A morte pode ser nomeada? O que significa “fazer tudo pelo paciente?” Que lugar esses personagens ocupam no ato final de um deles? Todas essas questões, para as quais a autora abre caminhos, levam à discussão maior sobre decisões no final da vida: a autora resgata a importância dos cuidados paliativos, da bioética, da dignidade no processo de morte, do luto antecipatório, enfim, da morte como parte natural e esperada da vida. Não como inimiga a ser combatida! De forma contundente e sensível, Ingrid Esslinger demonstra o sofrimento de todos esses “personagens”, inclusive da equipe de saúde: a formação desses profissionais também é discutida nesta obra, ficando evidenciada a necessidade de um cuidado aos cuidadores profissionais, para que estes melhor possam cuidar.
De quem é a vida, afinal?
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