Deleuze, a arte e a filosofia
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Em uma primeira determinação, o platonismo consiste em distinguir essência e aparência, inteligível e sensível, original e cópia, ideia e imagem. Essa “dualidade manifesta” marcou a história da filosofia.
Para a filosofia transcendental kantiana, ao contrário, o sujeito é condição de possibilidade do aparecimento; é constituinte das condições segundo as quais é possível que algo apareça, em vez de ser responsável pelas limitações ou ilusões da aparência.
“O que me interessa são as relações entre arte, ciência e filosofia. Não existe privilégio de uma dessas disciplinas sobre as outras. Cada uma delas é criadora. O verdadeiro objeto da ciência é criar funções, o verdadeiro objeto da arte é criar agregados sensíveis e o objeto da filosofia é criar conceitos.”8
Às vezes Deus possui formalmente uma perfeição que permanece extrínseca às criaturas, às vezes ele possui eminentemente uma perfeição que convém formalmente às criaturas.”
O que Deleuze chama de devir do conceito é essa conexão tanto dos elementos de um conceito quanto dos diferentes conceitos em um mesmo sistema conceitual;
A ideia geral é que a ética avalia sentimentos, condutas e intenções, referindo-os a modos de existência imanentes que eles supõem ou implicam; a ética leva em consideração os modos de ser das forças vitais que definem o homem por sua potência, pelo que ele pode, pela intensidade. Já a moral julga a vida a partir de valores transcendentes; é um sistema de juízos sobre o que se diz e o que se faz em termos de bem e de mal considerados como valores metafísicos.