“Quem sou eu?” ou “O quão real tudo isso é!” São questões frequentes na vida de Eduardo, garoto simples e de vida comum que em meio acontecimentos estranhos acaba embarcando na tão frequente crise existencial. Após a morte de seu animal, unica coisa que dava um pouco de importância. Entra em depressão e se entrega as bebidas, sente o peso da vida adulta, a overdose de angustia por ter que enterrar não só seu cachorro, mas também seus sonhos, entende que os dias de coveiro nem sempre são tão literais e quase sempre são os mais reais. Durante os dias, ele começa a se questionar quanto ao seu papel no mundo? E reencontra uma antiga amiga, que o leva para se distrair, conversar, beber e festejar. Conhece também: Dio, um drogado muito intelectual que o ajuda a viver o que de fato Edu queria viver, trabalhar em casa, fazendo o que gosta. Parecia tudo tão irreal para Eduardo, ele acreditava e paralelamente duvidava. Com o tempo Eduardo percebe que, sua paixão, seu amigo e sua vida, não é só dele, pois ele não é só ele. Chega ao ponto de duvidar da realidade e fazer bobeiras que ele nunca poderá resolver, pois quando termina o sonho e começa realidade? O contrario também acontece? Ele não pode mudar as coisas que fez, as pessoas que machucou, até por que ele também são eles, Parecia sonho, parecia realidade, e em tudo existia algumas verdades , mas na verdade pode ser só mais uma ressaca! Esse romance é uma experiência unica em um universo confuso e caótico que reflete nossa sociedade. Não é só um romance psicológico, nem mais uma história comovente e sem conteúdo, é uma história com reflexões importantes e diversas criticas céticas, que, qualquer um que se prese já pensou alguma vez na vida.
Dias De Coveiro
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