A obra é uma analogia da conturbada vida de Santo Agostinho.
Agostinho é um rapaz pobre, favelado, levado às drogas pela vida difícil, cerceada por preconceitos, de todo morador do morro do Borel.
A despeito de todas as dificuldades, porém, ele nunca deixou de sonhar. E de rebelar-se contra as injusiças sofridas pelo seu povo.
Desde tenra idade até a juventude, em meio aos desregramentos advindos de seu envolvimento com as drogas, vinham-lhe à mente conceitos elevados, que faziam vacilar seu coração, sugerindo-lhe trilhar a direção oposta.
Um dia, ele resolveu aceitar o chamamento mais elevado e embrenhou-se nas obras sociais, liderando movimentos que salvavam do vício outros jovens. Mostrava assim que se pode fazer muito com poucos recursos e que sempre haverá a chance de se mudar de vida quando realmente se quer.
Agostinho é um rapaz pobre, favelado, levado às drogas pela vida difícil, cerceada por preconceitos, de todo morador do morro do Borel.
A despeito de todas as dificuldades, porém, ele nunca deixou de sonhar. E de rebelar-se contra as injusiças sofridas pelo seu povo.
Desde tenra idade até a juventude, em meio aos desregramentos advindos de seu envolvimento com as drogas, vinham-lhe à mente conceitos elevados, que faziam vacilar seu coração, sugerindo-lhe trilhar a direção oposta.
Um dia, ele resolveu aceitar o chamamento mais elevado e embrenhou-se nas obras sociais, liderando movimentos que salvavam do vício outros jovens. Mostrava assim que se pode fazer muito com poucos recursos e que sempre haverá a chance de se mudar de vida quando realmente se quer.