Dossiê Schopenhauer
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No Brasil, além de inspirar o escritor Machado de Assis (1839-1908) na obra Memórias póstumas de Brás Cubas e o poeta Augusto dos Anjos (1854-1914) no poema “Monólogo de uma sombra”,
Deus existiu no princípio como unidade originária e a morte de Deus foi o nascimento do mundo, com sua pluralidade, e com a lei universal do sofrimento que domina toda a existência.
Trata-se de uma obra que ataca o conceito de livre-arbítrio, ou seja, de que o homem seria racionalmente soberano para determinar a própria vontade e assim escolher entre o bem e o mal.
A vida é como uma bola de sabão, que conservamos e sopramos tanto quanto possível, porém com afirme certeza de que irá estourar.
Schopenhauer criou o pessimismo filosófico e dele fez escola, com o propósito de demonstrar que este é o pior dos mundos possíveis, e, por isso, para o homem seria melhor não ter nascido.
Seu último escrito foi Parerga e Paralipomena que continha pequenos ensaios sobre os mais diversos temas: política, moral, literatura, música, filosofia, metafísica etc. A obra alcançou inesperado sucesso, e a partir de então Schopenhauer começou a ser lido e a vender mais livros, o que manteve seu sustento.
A partir de 1833, Schopenhauer fixou morada definitiva em Frankfurt, onde permaneceu até sua morte, levando uma vida solitária, acompanhado somente por seu cão Atma. Dedicou-se exclusivamente à filosofia e a seus escritos, escrevendo Sobre a vontade da natureza e dois ensaios morais, que também vinham de encontro ao pensamento hegeliano.
No Brasil, além de inspirar o escritor Machado de Assis (1839-1908) na obra Memórias póstumas de Brás Cubas e o poeta Augusto dos Anjos (1854-1914) no poema “Monólogo de uma sombra”, exerceu influência sobre os filósofos Tobias Barreto e Farias Brito. Ainda é possível perceber seus desdobramentos em filósofos como: Max Horkheimer, Ludwig Wittgenstein e Georg Lukács. Em Sigmund Freud (1856-1939) percebe-se também sua influência, inclusive com grande relevância no que diz respeito à teoria do inconsciente e da sexualidade. Freud acreditava que Schopenhauer fora o primeiro filósofo a tratar da sexualidade humana.
Friedrich Nietzsche (1844-1900) despertou à filosofia e ao conceito de tragédia pela leitura de O mundo como vontade e representação; o compositor alemão Richard Wagner (1813-1883) encontrou nele inspiração para compor a ópera Tristão e Isolda; na literatura influenciou o escritor russo Leon Tolstói em A morte de Ivan Ilitch, Émile Zola em Germinal, Franz Kafka, em Metamorfose e ainda Anatole France, Guy de Maupassant, Italo Svevo e Thomas Mann.
Naquilo que concerne à vida do indivíduo, cada história de vida é uma história de sofrimento. Cada decurso de vida é, via de regra, uma série contínua de pequenos e grandes acidentes, ocultados tanto quanto possível pela pessoa, porque sabe que os outros raramente sentiram simpatia ou compaixão.’
Schopenhauer criou o pessimismo filosófico e dele fez escola, com o propósito de demonstrar que este é o pior dos mundos possíveis, e, por isso, para o homem seria melhor não ter nascido.
A vida é como uma bola de sabão, que conservamos e sopramos tanto quanto possível, porém com afirme certeza de que irá estourar.Arthur Schopenhauer
A vida é como uma bola de sabão, que conservamos e sopramos tanto quanto possível, porém com afirme certeza de que irá estourar.