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    Dossiê Schopenhauer

    Por Deyve Redyson
    Existem 13 citações disponíveis para Dossiê Schopenhauer

    Sobre

    Arthur Schopenhauer (1788-1860) é conhecido como o filósofo do pessimismo. Escreveu sobre a vontade, a liberdade e foi um dos primeiros pensadores a falar sobre sexo, amor e demais temas cotidianos ao ser humano. No cenário filosófico, foi forte combatente do idealismo de Fichte, Schelling e Hegel, admirador confesso de Platão e Kant e também da música. Acreditava que para compreender seu pensamento seria necessário lê-lo em sua totalidade: cada linha, cada parágrafo, cada momento. Schopenhauer criou a Escola Pessimista, com o propósito de demonstrar que este é o pior dos mundos possíveis, e, por isso, para o homem seria melhor não ter nascido. Suas ideias influenciaram Nietzsche, Wagner, Tolstói, Zola, Kafka, Anatole France, Guy de Maupassant e Thomas Mann, entre muitos outros. No Brasil, inspirou Machado de Assis na obra Memórias póstumas de Brás Cubas. Em Freud, percebe-se também sua influência, inclusive com grande relevância no que diz respeito à teoria do inconsciente e à sexualidade. Segundo o psicanalista, Schopenhauer foi o primeiro filósofo a tratar da sexualidade humana. Conheça, em Dossiê Schopenhauer, as ideias do filósofo alemão que influenciou os grandes pensadores modernos.
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    Definido como

    Citações de Dossiê Schopenhauer

    No Brasil, além de inspirar o escritor Machado de Assis (1839-1908) na obra Memórias póstumas de Brás Cubas e o poeta Augusto dos Anjos (1854-1914) no poema “Monólogo de uma sombra”,

    Deus existiu no princípio como unidade originária e a morte de Deus foi o nascimento do mundo, com sua pluralidade, e com a lei universal do sofrimento que domina toda a existência.

    Trata-se de uma obra que ataca o conceito de livre-arbítrio, ou seja, de que o homem seria racionalmente soberano para determinar a própria vontade e assim escolher entre o bem e o mal.

    A vida é como uma bola de sabão, que conservamos e sopramos tanto quanto possível, porém com afirme certeza de que irá estourar.

    Schopenhauer criou o pessimismo filosófico e dele fez escola, com o propósito de demonstrar que este é o pior dos mundos possíveis, e, por isso, para o homem seria melhor não ter nascido.

    Seu último escrito foi Parerga e Paralipomena que continha pequenos ensaios sobre os mais diversos temas: política, moral, literatura, música, filosofia, metafísica etc. A obra alcançou inesperado sucesso, e a partir de então Schopenhauer começou a ser lido e a vender mais livros, o que manteve seu sustento.

    A partir de 1833, Schopenhauer fixou morada definitiva em Frankfurt, onde permaneceu até sua morte, levando uma vida solitária, acompanhado somente por seu cão Atma. Dedicou-se exclusivamente à filosofia e a seus escritos, escrevendo Sobre a vontade da natureza e dois ensaios morais, que também vinham de encontro ao pensamento hegeliano.

    No Brasil, além de inspirar o escritor Machado de Assis (1839-1908) na obra Memórias póstumas de Brás Cubas e o poeta Augusto dos Anjos (1854-1914) no poema “Monólogo de uma sombra”, exerceu influência sobre os filósofos Tobias Barreto e Farias Brito. Ainda é possível perceber seus desdobramentos em filósofos como: Max Horkheimer, Ludwig Wittgenstein e Georg Lukács. Em Sigmund Freud (1856-1939) percebe-se também sua influência, inclusive com grande relevância no que diz respeito à teoria do inconsciente e da sexualidade. Freud acreditava que Schopenhauer fora o primeiro filósofo a tratar da sexualidade humana.

    Friedrich Nietzsche (1844-1900) despertou à filosofia e ao conceito de tragédia pela leitura de O mundo como vontade e representação; o compositor alemão Richard Wagner (1813-1883) encontrou nele inspiração para compor a ópera Tristão e Isolda; na literatura influenciou o escritor russo Leon Tolstói em A morte de Ivan Ilitch, Émile Zola em Germinal, Franz Kafka, em Metamorfose e ainda Anatole France, Guy de Maupassant, Italo Svevo e Thomas Mann.

    Naquilo que concerne à vida do indivíduo, cada história de vida é uma história de sofrimento. Cada decurso de vida é, via de regra, uma série contínua de pequenos e grandes acidentes, ocultados tanto quanto possível pela pessoa, porque sabe que os outros raramente sentiram simpatia ou compaixão.’

    Schopenhauer criou o pessimismo filosófico e dele fez escola, com o propósito de demonstrar que este é o pior dos mundos possíveis, e, por isso, para o homem seria melhor não ter nascido.

    A vida é como uma bola de sabão, que conservamos e sopramos tanto quanto possível, porém com afirme certeza de que irá estourar.Arthur Schopenhauer

    A vida é como uma bola de sabão, que conservamos e sopramos tanto quanto possível, porém com afirme certeza de que irá estourar.

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