Entre os que elegem a EaD como objeto de pesquisa, uns logo a tomam como objeto de desejo e outros como objeto de repulsa. Se há aqueles que concebem a EaD como solução para todos os males, principalmente o do não acesso à educação, existem outros que a enquadram numa educação menor, desqualificada e, por isso, fator de acentuação desses males, descartando-a por completo. No presente trabalho não se foge a esse debate. Ao contrário, tomando a educação em sua relação com seus determinantes sociais, políticos e econômicos, procura ir além das meras posições extremadas, buscando atingir a materialidade do fenômeno educativo. Procedendo dessa forma, o objetivo deste trabalho é discutir o momento histórico-político e teórico-filosófico que anima as concepções hegemônicas na EaD tendo em vista a compreensão de seu compromisso político.
Educação a distância: neoprodutivismo, novas tecnologias e compromisso político
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