Eles falaram sobre o inferno
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os pais da igreja do século II consideraram a doutrina da perdição futura parte essencial da mensagem cristã e fizeram uso dela como instrumento eficaz na proteção e divulgação do cristianismo ameaçado pela perseguição, pelo fascínio do mundo e pelas atrações das seitas heréticas.
Cientes do seu perigo, os pais da igreja falavam sobre o inferno para estimular os fiéis a permaneceram leais a Cristo mesmo diante de oposição, perigos, torturas e morte.
Foi dentre os filósofos epicuristas que saíram dois oponentes implacáveis do cristianismo no século II: o rigoroso crítico Celso e o satírico Luciano de Samosata.
Na doutrina ebionita a circuncisão, a guarda do sábado e a observância da totalidade da Lei eram indispensáveis para a salvação de todos os homens.
a hostilidade das autoridades romanas e do povo em geral; o degradante ambiente moral da sociedade como um todo; as diferentes religiões pagãs; e as diversas filosofias propostas pelos intelectuais da época.
Assim, se é verdadeira a constatação de que a igreja moderna precisa resgatar a relevância de sua mensagem salvadora ao mundo presente; se é real o fato de que as fileiras do cristianismo precisam voltar a ser formadas por homens verdadeiramente arrependidos e não apenas por cristãos nominais; se é mesmo necessário refrear a apostasia e a vida desregrada dos que se apresentam como seguidores de Jesus; se é, enfim, urgente apresentar ao mundo um Deus digno de temor e reverência, em vez da figura débil e fraca que somente se curva diante da vontade humana, conforme as propostas de muitos púlpitos atuais, é fundamental que a doutrina da perdição eterna ocupe o mesmo lugar na pregação contemporânea que ocupou nos escritos dos teólogos do século II.
o Senhor Jesus Cristo ensinou a evitar não somente as práticas do mal, mas também o desejo delas