Atividades em espaços confinados envolvem um sistema de gestão que
está além dos procedimentos de área. É mais do que pendurar uma placa de
identificação, instalar exaustores de ar, preencher uma Permissão de Entrada e
Trabalho (PET) e disponibilizar um equipamento de monitoramento contínuo.
Basta fazer uma auditoria sobre a NR-33 e logo descobriremos as não
conformidades.
Atividades em espaços confinados causam medo em muita gente
porque nos treinamentos falam-se muito dos riscos, perigos e procedimentos
de emergência e salvamento, mas pouco se fala na gestão.
Apesar dos treinamentos oferecidos e da disponibilidade de todos os recursos
de prevenção, os acidentes ainda ocorrem. Por qual motivo? A ausência de
gestão pode ser a resposta para a pergunta.
Com experiência em atividades em espaços confinados, treinamentos e
principalmente na gestão deles, o autor propõe preencher as lacunas nas quais
foram motivos de não conformidades em auditorias. Não espere encontrar aqui
outra norma de atividades em espaços confinados.
Sua experiência demonstra que é possível, em um único projeto,
caracterizar aproximadamente 300 espaços confinados, fazer a gestão destes
e chegar à conclusão do empreendimento sem acidentes graves. Desde que
haja o comprometimento dos envolvidos.
Este livro é indicado para estudantes e profissionais da área de
segurança do trabalho, empresas de diferentes portes e ramos, professores de
disciplinas prevencionistas, empresas de consultoria, supervisores de entrada
em espaços confinados, aspirantes a supervisor de entrada, bombeiros civis ou
resgatistas que querem conhecer de perto a gestão de espaços confinados.
A linguagem é acessível e possui exemplos para melhor entendimento.
A atividade em espaço confinado vai além do procedimento de Campo;
possui uma gestão que é crucial para prevenção de acidentes. Sem gestão não
há prevenção.
está além dos procedimentos de área. É mais do que pendurar uma placa de
identificação, instalar exaustores de ar, preencher uma Permissão de Entrada e
Trabalho (PET) e disponibilizar um equipamento de monitoramento contínuo.
Basta fazer uma auditoria sobre a NR-33 e logo descobriremos as não
conformidades.
Atividades em espaços confinados causam medo em muita gente
porque nos treinamentos falam-se muito dos riscos, perigos e procedimentos
de emergência e salvamento, mas pouco se fala na gestão.
Apesar dos treinamentos oferecidos e da disponibilidade de todos os recursos
de prevenção, os acidentes ainda ocorrem. Por qual motivo? A ausência de
gestão pode ser a resposta para a pergunta.
Com experiência em atividades em espaços confinados, treinamentos e
principalmente na gestão deles, o autor propõe preencher as lacunas nas quais
foram motivos de não conformidades em auditorias. Não espere encontrar aqui
outra norma de atividades em espaços confinados.
Sua experiência demonstra que é possível, em um único projeto,
caracterizar aproximadamente 300 espaços confinados, fazer a gestão destes
e chegar à conclusão do empreendimento sem acidentes graves. Desde que
haja o comprometimento dos envolvidos.
Este livro é indicado para estudantes e profissionais da área de
segurança do trabalho, empresas de diferentes portes e ramos, professores de
disciplinas prevencionistas, empresas de consultoria, supervisores de entrada
em espaços confinados, aspirantes a supervisor de entrada, bombeiros civis ou
resgatistas que querem conhecer de perto a gestão de espaços confinados.
A linguagem é acessível e possui exemplos para melhor entendimento.
A atividade em espaço confinado vai além do procedimento de Campo;
possui uma gestão que é crucial para prevenção de acidentes. Sem gestão não
há prevenção.