EVOLUÇÃO contém três livros: Anexo Histórico, Elevação ao Estado Bípede e Algoritmo da Verticalização Antropológica. Baseia-se na análise do Paralelismo da Evolução que associa a cada fase do crescimento individual uma fase ancestral da evolução da Espécie. Esse paralelismo, aceite desde antes de Charles Darwin, nunca tinha sido explorado matematicamente.
O Anexo Histórico trata da evolução genérica e traça o percurso filético desde a origem da vida na Terra. Nele são colocados na teoria da evolução o Reflexo Indutivo, a Indução Ideológica e o Encadeamento Ideológico como fenómenos paralelos aos limites do Primeiro Sorriso e ao Não do crescimento. Nele, também, são colocados a Ideia, o Verbo, o Pensamento Numérico e a Família Embrionária, como fenómenos evolutivos. E obtém as suas origens, como da Linguagem Articulada e da Linguagem Moderna, do Bipedismo Absoluto depois do Momento Bípede e do Bipedismo Embrionário, da Selvajaria, da Barbárie e da Civilização.
Elevação ao Estado Bípede centra-se no estudo da verticalização e no Momento Bípede. E parte de duas realidades óbvias: o facto de o Momento Bípede ter ocorrido, na rotação do tronco da horizontalidade para a verticalidade, no instante em que o seu centro de gravidade caiu dentro da base de sustentação do corpo e os dois regimes de ascensão que esse fenómeno determinou, um anterior, de cópulas cruzadas e ritmado por uma progressão geométrica de razão positiva de grau para grau, e outro posterior, de cópulas exclusivamente bípedes e constante em todos os graus.
O Algoritmo da Verticalização Antropológica desenvolveu o algoritmo encontrado em Elevação ao Estado Bípede, pormenorizando-o ao limite. O livro nasceu da ideia de submeter o algoritmo à aprovação duma revista científica internacional, como a Nature, pela necessidade do reconhecimento do meu trabalho sobre a evolução e depois de ver a sua negação sistemática pelo meio editorial. O Algoritmo da Verticalização Antropológica traduz cerca de 32,6138 milhões de anos de evolução e é uma ferramenta de datação arqueológica que ultrapassa extraordinariamente o alcance dos métodos convencionais. Mikhail Nesturkh, Desmond Morris, J. A. Mauduit e P. T. Chardin.
Há aproximadamente 94,0738 milhões de anos, com o Reflexo Indutivo, nasceu a natureza humana que evoluiu para intervir na natureza original. Mas no limite da evolução compreendemos o caos originado pelo excesso dessa intervenção e o domínio da Natureza. E a Ideia, que evoluiu da Ideia Embrionária de há 27,2466 milhões de anos, tem de apostar, cada vez mais, na negação do caos e no reencontro da natureza de que nasceu. Esse domínio, ou a beleza do caos, sublinham a minha pintura, outra paixão que me acompanhou sempre. Ela expõe-se regularmente no ebay: olhe-a, caro leitor.
O Anexo Histórico trata da evolução genérica e traça o percurso filético desde a origem da vida na Terra. Nele são colocados na teoria da evolução o Reflexo Indutivo, a Indução Ideológica e o Encadeamento Ideológico como fenómenos paralelos aos limites do Primeiro Sorriso e ao Não do crescimento. Nele, também, são colocados a Ideia, o Verbo, o Pensamento Numérico e a Família Embrionária, como fenómenos evolutivos. E obtém as suas origens, como da Linguagem Articulada e da Linguagem Moderna, do Bipedismo Absoluto depois do Momento Bípede e do Bipedismo Embrionário, da Selvajaria, da Barbárie e da Civilização.
Elevação ao Estado Bípede centra-se no estudo da verticalização e no Momento Bípede. E parte de duas realidades óbvias: o facto de o Momento Bípede ter ocorrido, na rotação do tronco da horizontalidade para a verticalidade, no instante em que o seu centro de gravidade caiu dentro da base de sustentação do corpo e os dois regimes de ascensão que esse fenómeno determinou, um anterior, de cópulas cruzadas e ritmado por uma progressão geométrica de razão positiva de grau para grau, e outro posterior, de cópulas exclusivamente bípedes e constante em todos os graus.
O Algoritmo da Verticalização Antropológica desenvolveu o algoritmo encontrado em Elevação ao Estado Bípede, pormenorizando-o ao limite. O livro nasceu da ideia de submeter o algoritmo à aprovação duma revista científica internacional, como a Nature, pela necessidade do reconhecimento do meu trabalho sobre a evolução e depois de ver a sua negação sistemática pelo meio editorial. O Algoritmo da Verticalização Antropológica traduz cerca de 32,6138 milhões de anos de evolução e é uma ferramenta de datação arqueológica que ultrapassa extraordinariamente o alcance dos métodos convencionais. Mikhail Nesturkh, Desmond Morris, J. A. Mauduit e P. T. Chardin.
Há aproximadamente 94,0738 milhões de anos, com o Reflexo Indutivo, nasceu a natureza humana que evoluiu para intervir na natureza original. Mas no limite da evolução compreendemos o caos originado pelo excesso dessa intervenção e o domínio da Natureza. E a Ideia, que evoluiu da Ideia Embrionária de há 27,2466 milhões de anos, tem de apostar, cada vez mais, na negação do caos e no reencontro da natureza de que nasceu. Esse domínio, ou a beleza do caos, sublinham a minha pintura, outra paixão que me acompanhou sempre. Ela expõe-se regularmente no ebay: olhe-a, caro leitor.